Denúncia Coimbrã


18 buracos

O terreno florestal que ardeu, situado entre a Quinta do Brejo e o cimo da Elísio de Moura, poderá vir a servir para a construção de um capo de golfe. Esta é a intenção da Câmara Municipal de Coimbra e da Fundação Maria Eduarda Vasques da Cunha D´Eça, que pretende construir uma unidade hoteleira e um campo de golfe de 18 buracos. Porque, segundo Carlos Encarnação, “A ideia de que os campos de golfe têm de ser planos já passou à história”. Isto, porque a zona é montanhosa. Parte do terreno está inserido na área de Reserva Ecológica Nacional. Por isso, o mais sensato seria reflorestar a zona e irem fazer buracos para outro lado.


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Quem finalmente explicará a esta gente que um campo de golfe não tem nada a ver com a natureza e que - bem ao contrário - é profundamente anti-ambiental: substituir a vegetaçaõ natural por relva (de uma especie não autóctone) e gastar quantidades imensas de água para regar diariamente… Além disso, é um desporto elitário não acessível para a grande maioria dos Portugueses…

Comentário por Camilo Maio 2, 2008 @ 9:06 am



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