Teatrices II.

“Quero as duas companhias a trabalhar rapidamente”, disse Carlos Encarnação. Referia-se à Escola da Noite e ao Teatrão e aos espaços que cada uma vai ocupar, o Teatro da Cerca de S. Bernardo e Oficina Municipal de Teatro (OMT) respectivamente. “Houve denúncias, que só atrasam a mudança, sobre as condições em que estavam os teatros. Há quem queira impedir os teatros funcionarem em Coimbra”, queixou-se Encarnação. Segundo consta, as denúncias foram feitas por pessoas/entidades ligadas ao teatro, ambos os espaços não têm licença de funcionamento atribuída pela Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC).
Relativamente ao Teatro da Cerca o vereador Mário Nunes disse que só faltava um ”corrimão e coisas menores”. Esquece-se este sórdido vereador que o palco, do novíssimo Teatro, está a ficar totalmente danificado. Conforme testemunha esta fotografia (palco-teatro-da-cerca_21-junho-08), feita recentemente, a deterioração do palco pode ser mais uma dor de cabeça para quem o utilizar.
O protocolo de cedência deste novo equipamento cultural, entre a CMC e A Escola da Noite, ainda não foi assinado e, segundo António Barros director da companhia, não prevê a mudança definitiva antes do final do ano. Ora, se o cenário for esse, o Teatrão será o grande prejudicado e hipoteca a sua ambiciosa programação para o OMT. Em causa está uma candidatura ao QREN e uma grande produção teatral (com texto de António Torrado).



























