Denúncia Coimbrã

Miserável Maestro

com 47 comentários

O testemunho de uma mãe que tentou matricular o seu filho nas aulas do Maestro Virgílio Caseiro. Por ter necessidades especiais foi excluído da aprendizagem musical.  Com desculpas do tipo “também seria prejudicial para o menino integrar um grupo de crianças «normais» porque elas seriam muito cruéis com a diferença”. Ora, bardamerda caro maestro, não são as crianças que são cruéis – são adultos como o “senhor”. São estes os comportamentos que provam gestos hipócritas e pouco intencionados do passado.

Escrito por Denúncia Coimbrã

Setembro 23, 2008 às 3:12 pm

Publicado em música

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47 Respostas

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  1. O preconceito desse senhor e desses encarregados de educação é tembém em relação à classe social das crianças. O servem apenas os “coimbrinhas” com dinheiro ou nomes conhecidos, eventualmente outros que estejam ligados á igreja.São todos muito “católicos”.

    maria

    Setembro 23, 2008 em 4:59 pm

  2. Esta atitude vem de mais um dos “notáveis de Coimbra”, que de notável não tem nada. Este tipo não passa de um professorzeco de música com guedelha à maestro. Num passado recente, quando recebeu nas suas mãos uma composição original para ser tocada na sua orquestra de mandriões, mostrou-se tecnicamente incapaz de a dirigir e teve de ser contratado um outro maestro. Este maestro e esta orquestra são só fachada. Mais, todos os profissionais sérios que conhecem ou já trabalharam com esta orquestra acham inconcebível a sua falta de profissionalismo e de capacidade.

    rodolfo coentrão

    Setembro 23, 2008 em 5:07 pm

  3. Helá cuidado com isto que já anda para aí a rolar em emails e blogs!

    Só há uma versão dos factos. A outra versão está escondida na frase “No decurso do telefonema fez uma dissertação sobre Trissomia 21 como se estivesse num Congresso como orador e como se eu fosse o público nessa plateia”. Logo aqui se lê que a sra. Natércia Mirão ficou melindrada com os conhecimentos do maestro e de se ver impotente para o refutar, ainda que afirme saber «muita teoria sobre Trissomia 21». Logo à frente despeja o próprio currículo, uma manobra infeliz que não convence quem quer pensar pela própria cabeça.

    Por outro lado, é o maestro quem decide que género de aulas é que vai leccionar. Para mim também é óbvio que ele tem todo o direito de defender métodos de ensino distintos para portadores de deficiência, seja ela qual for. Numas aulas em que a componente competitiva é importante (eu sei que é assim), é claro que há risco de discriminação cruel por parte das outras crianças, que são de facto normais — sem as aspas com que a sra. Natércia as decorou.

    De qualquer modo, seria mais prudente dar o benefício da dúvida a quem até agora não se pronunciou publicamente, mas contra o qual já não se hesita em acusar e ofender, decerto que são saudades dos ignóbeis autos de fé!

    carlos daniel

    Setembro 23, 2008 em 5:43 pm

  4. Como é que se delegam responsabilidades sócio-culturais de fundamental importância para o desenvolvimento humano da “cidade do conhecimento” a uma besta destas?!… Será que o visado só se revelou, enquanto tal, agora, com este gesto (que pretenderia com certeza que se mantivesse no âmbito privado)? O que pesa mais afinal?!… Um currículo ornamentado, ou uma sensibilidade CONCERTANTE com o cargo que se ocupa? Francamente, esse senhor que peça desculpas públicas – não só aos directamente visados, porque esta atitude/opção, para além de ser ignorante, ofende uma sociedade democrática.

    Ant Pim

    Setembro 23, 2008 em 7:51 pm

  5. oh sr. Carlos Daniel… deixe-se de tretas… não defenda o indefensável.

    Não tarda até Hitler tinha na razão. Não lha dou, nem a si, nem a Vergílio Caseiro que simplesmente deslizou para o que realmente pensa. Mas agora é a “competição”? E que tal o Mastro (como refere o blog) meter-se na competição sem ter nos analista e decisores os amigos da vida airada? Onde iria parar o sr. se de facto não houvesse discriminação e exclusão? Nunca se sabe…

    Só quero dizer uma coisa. Estes senhores e senhoras da “exclusão” deviam pura e simplesmente irem ocupar espaços pagos por eles mesmos! O Pavilhão de Portugal deveria estar “ABERTO” a Coimbra e não apenas aos amigalhaços. O homem está sempre a tropeçar…

    anónimo

    Setembro 23, 2008 em 9:56 pm

  6. Quanto ao mastro…Lol…está rectificado.

    Denúncia Coimbrã

    Setembro 23, 2008 em 10:16 pm

  7. caro anónimo de «23 Set 08 at 9:56 pm»

    o hitler não é para aqui chamado, que extremo absurdo!
    não compreendo, analisando o texto que se pode ler no jornal, como pode debitar tais considerações sobre o maestro.
    defendam os ‘vossos’ argumentos com factos, documentação e racionalidade, caso contrário não passam de calúnia gratuita.

    carlos daniel

    Setembro 23, 2008 em 10:35 pm

  8. OH Senhor Carlos Daniel, que conhecimentos é que o Senhor que se diz Maestro tem sobre T21( tanto qt sei usou uns reles conhecimentos,algumas teorias completamente ultarpassadas) e MUITO PRECONCEITO para falar com esta mãe. INCONGRUÊNCIA de discurso!!
    Não conhece a criança,mas dignou-se a telefonar à mãe apressadamente…a mãe não lhe pediu conselhos, apenas foi solicitar informação ao Pavilhão de Portugal….
    Oh Sr. Carlos Daniel, a mãe não ficou ofendida com os factos…refutar o quê, com a prepotência de um discurso incongruente e dissunante…muito feio… a mãe ficou sim INDIGNADA com a atitude preconceituosa do Maestro.
    Qual é a manobra infeliz da mãe, senhor Carlos Daniel?? Mesmo quem não estiver ligado ao mundo da música e não conhecer os princípios do Pedagogo Jos WitacK ( com quem a mãe teve Formação)consegue pensar pela propria cabeça.
    O que está em causa é o PRINCIPIO…A prepotência e precipitação em impedir a inscrição de uma criança, cujas competências o senhor desconhece.
    Ìnfelizmente a atitude do senhor Virgilio foi demasiado infeliz!
    Não vale a pena tentar analisar o que não é analisável!!

    Contra factos não há argumentos!

    Já agora…

    O projecto envolve dinheiros públicos!
    Quem faz a avaliação deste senhor? Já em 19 de Setembro de 2006, vem dizer no Jornal “As Beiras” que a elite de Coimbra perde por não existir um diálogo aberto sobre a música em Coimbra, a Elite perde por não se distinguir o Trigo do Joio!!O que é isto?!

    Que elitismo é este afinal!!

    à Custa dos dinheiros públicos de todos os contribuintes…não pode ser!

    mituxa

    Setembro 23, 2008 em 11:00 pm

  9. O “Maestro”, no seu telefonema, começou por ser paternalista e acabou a ser arrogante e ofensivo. Ele só pode recusar receber alguém na sua casa, não no Pavilhão Portugal, num projecto pago com dinheiros públicos e dos nossos impostos!

    A mãe não ficou melindrada com a sabedoria do “Maestro” sobre Trissomia. É que aquela mãe sabe muita teoria sobre Trissomia (foi obrigada a informar-se nos últimos 9 anos)… mas sabe muito mais pela prática vivida na educação do seu filho, que EU conheço desde que tem dias.

    A mãe apenas referiu o o Pedagogo Belga JOS WUYTACK, que Virgílio Caseiro também cita, exactamente por ter sentido que poderia ser uma mais valia para a educação do seu filho. Nunca imaginou que lhe fosse barrado o direito constitucional da “igualdade de oportunidades”! É essa a questão, aqui!

    E Virgílio Caseiro já se manifestou publicamente, sim senhor. “Justificou-se” na 2.ª feira aos pais dos miúdos que se foram inscrever que ele foi polémico, mas que a mãe é que interpretou tudo de modo errado. Ainda conseguiu, digamos assim, chamar-lhe “burra”! Incrível!

    Agora que se fala tanto em avaliação de professores… gostava muito que a sua relação pedagógica e o seu saber fossem avaliados! Creio que teria uma nota negativa no primeiro item.. e nem sei se chegaria à positiva no segundo!

    np

    Setembro 23, 2008 em 11:37 pm

  10. Excerto de uma notícia:

    “Virgílio Caseiro, maestro titular da orquestra, por sua vez, congratulou-se com a cedência do espaço [Pavilhão Portugal], que, na sua perspectiva, permitirá reforçar as actividades oferecidas à comunidade.

    Realçou que a forte presença de crianças naquela zona de lazer permitirá desenvolver actividades pedagógicas ligadas à música e à orquestra realizar “concertos promenade”, ao ar livre, junto ao rio.”

    O homem esqueceu-se foi que por lá – Parque Verde – também andam alguns com Trissomia 21 a brincar! Que chatice!

    np

    Setembro 23, 2008 em 11:48 pm

  11. mituxa:

    1. Qual é o discurso do maestro? Diga-me, exigo saber! Assim não vamos a lado nenhum, recuso-me a qualificar de preconceituoso e incongruente um discurso que desconheço!

    2. A manobra infeliz que refiro é a do puxar dos galões, a do apelo ao argumento de autoridade. Seria válido pela experiência pessoal da senhora (de 9 anos segundo se afirma) não estivesse emocionalmente afectado pelo facto de ser mãe do garoto.

    3. Não basta apelar ao princípio de igualdade de oportunidades, nem toda a obra financiada pelo estado tem de servir todos os cidadãos. É um facto que casos de deficiência são excepcionais (especiais) e não normais. Isso não significa que a sociedade deva desprezar os restantes, pelo contrário deve protegê-los! Mas para enfrentar a realidade é preciso primeiro reconhecê-la, e como tal, deixar cair as aspas nos ‘normais’ e admitir que temos de fazer esforços extra em prol dos que necessitam de atenção especializada. Isto é alheio ao sr. Virgílio que cuidará de menos de 60 alunos durante o ano! Então e as oportunidades das milhares de crianças que não poderão assistir às suas aulas? Vamos acabar com o apoio estatal às aulas do maestro porque não pode chegar a todos? como é?

    carlos daniel

    Setembro 24, 2008 em 12:14 am

  12. np

    eu estive lá na 2ª feira e juro que ele não chamou burra à senhora nem sequer em sentido figurado, pelo que acho abusiva a sua interpretação e só me leva a crer que há maior interesse em desqualificar o senhor do que em tentar compreendê-lo.

    carlos daniel

    Setembro 24, 2008 em 12:20 am

  13. Eu não disse que chamou “burra” em sentido literal. Aliás, a palavra está entre aspas. Mas quando se diz que a outra pessoa é que interpretou mal… no fundo está a dizer-se o quê?

    O telefonema durou uns 30 minutos… e o que aquela mãe interpretou foi que alguém ligou para ela – uma desconhecida para o Maestro – a sugerir que não inscrevesse o filho… APENAS porque tinha Trissomia 21… e que ia fazer atrasar a aprendizagem dos outros 24… e que os outros iam ser cruéis com ele… e mais uma série infindável de disparates!

    Pergunto: porque raio teria de ser assim?

    O miúdo está integrado numa turma de ensino regular… aprende mais lentamente… mas tem a mesma oportunidade que os outros têm! Nada, joga à bola, corre e brinca como qualquer outro. Tem expressão e educação musical há anos… como qualquer outro aluno dito “normal”!

    Com Virgílio Caseiro não foi assim!

    Aliás, ele nem precisava de fazer tão patético telefonema: deixava a mãe ir inscrever a criança… e depois, baseado nos critérios que com certeza estão definidos, tomava uma decisão! Mas a igualdade de oportunidades estava assegurada!

    Nada disso sucedeu! Virgílio Caseiro, com aquele telefonema, demarcou-se do que seria um problema para ele (como se os outros 24 não lhos vão criar!) e praticou a EXCLUSÃO, que vai ao arrepio de tudo o que a Declaração de Salamanca, que Portugal assinou, preconiza!

    np

    Setembro 24, 2008 em 12:48 am

  14. Espero que com o que eu já escrevi e a “mituxa” também, o sr. Carlos Daniel já consiga distinguir bem o que está aqui em questão.

    Em qualquer lado há critérios de admissão. É ÓBVIO que, face aos “numerus clausus”, há CENTENAS de crianças que ficam de fora, seja lá do que for. Até da escola… se fizerem 6 anos depois do dia 15 de Setembro! Aconteceu muito esse “fenómeno” em Coimbra, este ano!

    O que é inadmissível, para uma actividade deste tipo, que não põe em risco a segurança nacional ou a ordem pública nem compromete a economia do país nem faz aumentar a crise financeira… é um desses critérios ser qualquer coisa do tipo: “é negado o direito de inscrição a qualquer portador de Trissomia 21, porque faz atrasar os normais e ainda os obriga a revelarem o pior que o ser humano tem, que é ser cruel com os ditos portadores daquela deficiência”!

    No fundo… foi esse o critério de Virgílio Caseiro!… É aceitável num país que se diz europeu?!

    Já agora, queria dizer que Coimbra “produziu” um excelente pianista. Conheço-o… como aquela mãe o conhece! E esse pianista é… cego! A RTP – creio – já fez uma excelente reportagem com ele. Presumo que não tenha sido aluno de Virgílio Caseiro (tenho de tirar isso a limpo), porque ele conseguiu ter sucesso, apesar da sua deficiência! Mas foi porque não deve ter encontrado um “Maestro” que lhe “negou a inscrição”! :)

    np

    Setembro 24, 2008 em 1:07 am

  15. A incongruência do discurso de Virgílio Caseiro tem a ver com ele afirmar que já trabalhou muitos anos com crianças deficientes! O discurso dele foi muito “bonito” – gabou-se muito -, mas na prática fez outra coisa. Isso é INCONGRUÊNCIA!

    np

    Setembro 24, 2008 em 1:12 am

  16. np

    Não há mal nenhum em interpretar mal uma pessoa, o mal está em não reconhecer que se interpretou mal quando manifestamente se é incapaz de a contradizer consubstanciadamente.

    Duvido que 30 minutos de conversa se resumam a tão curtas citações e mesmo assim carece ainda de explicação onde está o disparate nas afirmações apontadas. É que não dá mesmo para perceber! O miúdo tem apenas T21? APENAS? quem prejudica quem quando se banalizam situações desta natureza?

    Repito, o maestro é responsável pela disciplina que pretende ensinar, desde o seu conteúdo ao método que irá usar. Imagine que ele tivesse má experiência em lidar com putos com T21, seria censurável que ele se recusasse a fazer? Não será óbvio que é necessária preparação específica? Não será evidente que mesmo com preparação específica, há programas/planos disciplinares cuja natureza favorecerá os alunos normais? Como ainda por cima o maestro parece saber do que fala, mais me inclino a defender a sua posição.

    carlos daniel

    Setembro 24, 2008 em 1:25 am

  17. É bom que a posição que defende, Sr. Carlos Daniel e que pensa ser a forma correcta de actuar esteja previamente definida, não só pela prof. Virgilio mas também aceite pela Câmara Municipal de Coimbra, pelo Ministério da Cultura,pelo Instituto das Artes, com o conhecimento do diário “as Beiras”, Diário de Coimbra e CGD, entidades que apoiam o seu Projecto.As Aulas de Expressão Musical para Crianças, passam então a ser apenas para algumas crianças e não para crianças. Aí, com critérios pré definidos e com requisitos, a questão torna-se transparente,oas pais passam a conhecer as regras do jogo e não há necessidade de TELEFONAR e vir dar CONSEHOS A UMA MÃE QUE NUNCA LHOS PEDIU!

    mituxa

    Setembro 24, 2008 em 8:15 am

  18. Ok, Carlos Daniel, não vou perder mais tempo. Já percebi que deve ter uma filho/filha normal… pelo que lhe é, a si, quase impossível perceber o quão importante é lidar com a diferença… INTEGRANDO OS DIFERENTES! Sem preocupações de atingirem o máximo dos conteúdos ou atingindo a perfeição nas “perfomances”, note-se!… Não é isso que importa!

    O menino está integrado numa turma de ensino regular, POR DIREITO… e isso não impede que os outros aprendam. Mas com Virgílio Caseiro já percebemos que ele é incapaz de o conseguir!

    E o menino está numa turma regular… mas não por “caridade”,, que foi outra coisa que Virgílio Caseiro perguntou à mãe se era isso que queria! Insultuoso!

    E também já percebi que o sr. não percebe muito bem (desculpe, não o estou a chamar burro) ONDE ESTÁ A IRONIA DAS MINHAS AFIRMAÇÕES! Não há mal em não conseguir fazer interpretar bem e fazer hermenêutica nos meus “escritos”! Acontece muito com os alunos, “normais” e “dos outros”, que já tive nos últimos 20 anos”!

    Com certeza o sr. Virgílio Caseiro, apoiado pela “elite”, terá honras de televisão e primeiras páginas para se explicar.. e para explicar porque é que aquela mal “interpretou” mal as suas intenções e palavras! E já percebi que estará na primeira fila a aplaudi-lo!

    Como diz a Natércia no seu texto: “Seguiremos em frente, a música toca, as cabeças enterram-se na areia, a batuta sobe e o público aplaude de pé. Está tudo certo, a harmonia paira no ar!!!”

    Vou trabalhar, agora, com os meus alunos “normais” e também com “os outros”! Felicidades!

    np

    Setembro 24, 2008 em 9:33 am

  19. É aterrador este umbiguismo dos coimbrinhas. Gostam de se ouvir falar e esse é o seu grande problema. Por isso Coimbra passou da 3ª cidade deste país para 17ª cidade.
    Isto deve-se normalmente a quem olha para o umbigo.
    Li com atenção os pros e os contras ao maestro Virgilio Caseiro. Fiquei pior. Como é possivel que neste tal cidade do conhecimento haja só “cagões” e “cagonas” a mandar palpites.
    Parece o choradinho da ciganagem e o troloro da castanhagem.
    Compreendo o problema desta mãe.Compreendo o problema do maestro. E daí?
    e agora querendo ser cruel pergunto:- porque não vai inscrever o filho numa equipa oficial de futebol? os miudos gostam muito de futebol.
    Se não o aceitassem lá, vinha para aqui fazer queixinhas do treinador ou da colectividade?
    Esta mãe é que foi cruel, ao atirar com o filho para a frente e ao fazer dele uma grande noticia.
    A igualdade não passa por aí.
    o problema está é mal assumido e mal resovido por todos e pela sociedade.

    Qarlitus

    Setembro 24, 2008 em 9:45 am

  20. Para Carlos Daniel

    Meu caro

    Ou és músico e precisas de lamber as botas ao maestro para ele te deixar tocar na orquestra e ganhares uns trocos ou então como foste inscrever o(a) teu filho(a)nas aulas o “artista” queres ver se garantes o lugar do teu pequeno em tão brilhante classe.

    Informa-te com quem toca ou já tocou na orquestra e vais perceber que, normalmente, ele é sempre dos menos conhece a partitura a executar.
    Mas a vontade de protagonismo e o gosto pelo dinheiro cegam as pessoas.

    Minos

    Setembro 24, 2008 em 10:51 am

  21. Sr Carlos Daniel

    Não se DISTRAIA por favor da questão de FUNDO!
    O que está em causa é apenas a atitude desde dito senhor que ousou TELEFONAR a esta mãe para a ACONSELHAR!

    Erro estratégico nitido!!

    Esta mãe foi de boa fé ao pavilhão de Portugal, informar-se das condições de acesso.

    Não foi pedir CONSELHOS!!

    Se o Sr. entende que os seus argumentos são válidos e que o sr Maestro sabe do que fala quando se refere a MONGOLOIDES E TRISSOMICOS ao telefone, para uma mãe que só queria uma informação para o filho X, então DEFINAM as REGRAS e os REQUISITOS de acesso. Submentam as mesmas à aprovação da Câmara Municipal de Coimbra, do Ministério da Cultura, do Instituto da Artes, com conhecimento da Diário “As Beiras”, do “Diário de Coimbra” e da CGD, entidades que apoiam o Projecto.

    Após aprovação dos requisitos publiquem-nos(TORNEM PÚBLICO) junto da informação para inscrições nas aulas de “Expressão Musical para Crianças” e assim com as REGRAS clarificads as aulas passam a ser de “Expressão Musical para ALGUMAS Crianças”.

    Neste contexto, o Sr. dito maestro não tem necessidade de FAZER UM TELEFONEMA A ESTA MÃE, porque as regras do jogo são PÚBLICAS.

    Estamos a brincar a coisa sérias?

    mituxa

    Setembro 24, 2008 em 11:03 am

  22. O “amigo” Carlos Daniel é Virgilio Caseiro?… é que se não é pode parecer. Incumbido ou auto-incumbido da tarefa de “defender” o indefensável ainda por cima refere que “curtas citações” como as que foram lidas carecem de de explicação? Que o contexto necessite de explicações acho que sim. Agora que o citado ainda necessite de maiores explicações é que já raia a negação das mesmas. Pode pintar da forma que quiser o certo é que o sr. maestro … deslizou para o que poderá pensar ser um método a seguir (neste caso) – exlcuiu-se porque… Aqui não tem volta a dar e tentar defender tal coisa acho ainda pior. O que deveria ter feito era seguir “os procedimentos” NORMAIS e mesmo aí poderia obter idêntico resultado… sem ter decorrido esta vergonhosa postura com o telefonema. Talvez nesse caso imperasse O SILÊNCIO desejado e habitual. Azar a mãe da criança não se calou e fez muito bem. Se a “história” está mal contada? Não sei, leio o que leio e quanto mais leio mais fico revoltado. De qualquer modo os extremos tocam-se. Se o exemplo de Hitler era radical (pois claro que era, era essa a intenção) que explique CD se em matéria de exclusão, ainda por cima vinda de quem vem, se, dizia, eventualmente as pessoas não se poderão mostrar, como o estão a fazer, visto que o maestro usou a “forma directa” de explicar o que explicou?

    Não há fumo sem fumo meu caro. Espero que esta situação e muitas outras silenciadas ao longo de anos, para não dizer décadas, nesta anafada cidade, venham à praça pública pois “os corredores do silêncio” têm sido o método utilizado para não se levantarem ondas. Coitadas das crianças nestas situações, coitados de nós.

    Nada como clarificarem-se as coisas e, num Estado de Direito, fazerem-se cumprir. Se maestro tem razão que a cumpra, se a não tem resolva a situação vergonhosa para onde nos remete o escrito pela mãe da criança. A mim basta-me um exemplo. Não tem nada de absurdo comparar extremos, muito pelo contrário. Basta um exemplo para retirarmos lições das coisas.

    anónimo

    Setembro 24, 2008 em 11:57 am

  23. “Esta mãe é que foi cruel, ao atirar com o filho para a frente e ao fazer dele uma grande noticia.
    A igualdade não passa por aí”.
    Qarlitus,
    Aceitamos o seu comentário por pura generosidade à sua estupidez!

    Denúncia Coimbrã

    Setembro 24, 2008 em 12:03 pm

  24. Agora a culpa é da senhora pela postura do maestro? Atirou “o filho para a frente”??? Então ía atirá-lo para trás? Isso foi o que fez a eloquência de tal maestro. Está bonito está. Afinal o “tal absurdo” a que se referia Carlos Daniel sobre “o absurdo Hitler” não está assim tão afastado. Nos tempos que correm já não se podem gasear pessoas mas os guetos implementam-se… caso a caso, não vá a “harmonia de uns quantos” ser perturbada. Pois caro Qarlitus, o que falta é de facto denunciar esta e muitas outras aberrações pois já se confirmou que não faltam aqueles que querem EXCLUIR, SEGREGAR… para melhor se executar A (a)NORMALIDADE.

    É vergonhoso.

    anónimo

    Setembro 24, 2008 em 12:29 pm

  25. mituxa (24 Set 08 at 8:15 am) e (24 Set 08 at 11:03 am), que julgo ser a mesma pessoa:

    A questão dos fundos públicos, dos critérios e dos pré-requisitos não tem nada a ver porque não se trata do ensino geral, mas sim de um programa específico daquele professor. É bem possível que o plano lectivo do professor não preveja alunos com necessidades especiais de atenção, e não há nada de errado nisso! Se há pessoas qualificadas para o fazer, então queixem-se ao Estado de não as apoiarem! Pode parecer uma injustiça, mas a verdade é que um professor não tem à força de estar preparado para tudo, ainda para mais quando se tratam de umas aulas não curriculares, mas sim da inteira responsabilidade de quem lecciona!

    Sobre a atitude da mãe e do maestro:

    Se a coisa aconteceu exactamente como se descreve, então a mãe foi bastante indelicada logo à partida, pois virou logo as costas a uma senhora que apenas a pré-avisou que «NÃO SABERIA se o senhor Professor aceitaria.» Repare que isto nem sequer é um NÃO definitivo, e ainda que fosse, a sobranceria da sra. Natércia é perigosamente reveladora de um carácter prepotente, é a leitura que faço, ela que me perdoe se estou a ser injusto, mas é o que transparece.
    Simplesmente recusa explicações, ou até dirimir argumentos, e sai com uma pergunta que ao pretender que seja simples exercício de retórica se transforma em insulto velado.
    Por isso não me admira nada a atitude do maestro, pois que me parece uma pessoa francamente aberta ao diálogo e frontal. Por que diz que ele OUSOU telefonar? Acho muito bem que o tenha feito, já que a mãe elevou-se imediatamente ao ‘patamar dos ofendidos’ não lhe dando espaço para o diálogo.
    De qualquer modo, porquê a recusa desta mãe aos conselhos do maestro? Que mal tem isso?

    carlos daniel

    Setembro 24, 2008 em 2:06 pm

  26. np

    Lamento que sinta que perde tempo com o debate, e que dedique parte dele a supor coisas a meu respeito sem me conhecer. Sobre as aulas do professor Virgílio, leia a minha resposta à mituxa. Se ele, como responsável pelas aulas, tem noção que aquele miúdo pode sair prejudicado e se veja por isso na obrigação de alertar a mãe para esse facto, aceitar uma situação destas seria irresponsável.

    Quanto à suposta incongruência do maestro, discordo completamente, e pelo contrário penso que a experiência dele em matéria de leccionar a deficientes ainda lhe dá mais autoridade para recusar um aluno deficiente para este curso específico que ele elaborou.
    Repare, se ele o faz, deve saber porquê, excepto nós que nos temos de restringir à versão indignada da mãe seguida da chusma especializada em insultos e ressabiada com o simples facto de ele ser uma figura pública, notável, etc., um alvo apetecível, portanto.

    Agora que a polémica chegou à praça pública pela mão da mãe, não me surpreende e apoio que o maestro se defenda no espaço onde foi atirada a lama. Evito tirar partido da posição dele até conhecer a sua versão, mas dou o benefício da dúvida e reajo naturalmente ao achincalhamento de que é alvo.

    carlos daniel

    Setembro 24, 2008 em 2:07 pm

  27. Minos (e outros)

    Restringe a discussão ao caso particular em debate. Não me interessa quão bom ou mau profissional é o maestro, nem o seu relacionamento com as pessoas a quem lecciona.

    E principalmente, e não é só para ti, evitem os ataques pessoais, as suposições sobre a minha pessoa e as provocações. Eu não estou anónimo e sou uma pessoa de carne e osso por trás deste teclado, não vou ofender ninguém gratuitamente. Segregem a bilis longe do computador que a internet e o anonimato deve ser usado com responsabilidade.

    carlos daniel

    Setembro 24, 2008 em 2:09 pm

  28. anónimo (24 Set 08 at 11:57 am)

    Clarifiquem-se então as coisas respeitando o Estado de Direito, e portanto abstenham-se as pessoas da mera calúnia e sustentem com provas as acusações que se esboçam no fumo.
    A manobra de colar o maestro (e eu e tudo o que se oponha) ao hitler é torpe.

    carlos daniel

    Setembro 24, 2008 em 2:11 pm

  29. Quantas mães de meninos com Trissomia ouriram falar bem deste dito professor, que usou a deficiência para enriquecer o seu curriculo, e viram as portas bater?
    Muitas!
    Acontece que falando com o dito pessoalmente, o senhor ia explicando que as suas aulas eram privadas e não havia lugar para meninos com trissomia, mesmo as mães dizendo e refutando que os rebentos tinham muitas aptências para a ARTE. Neste contexto não se revelou com o à vontade que parece ter tido ao telefone.

    Segundo consta nos corredores da cidade, o telefonema foi feio!
    A mãe teve que gramar com uma chamada telefonica, e com um discurso onde foi referido Hitler e outras coisas mais…

    FORÇA MÃE!
    COIMBRA, O PAÍS e o MUNDO PRECISAM da SUA VOZ!!

    mituxa

    Setembro 24, 2008 em 3:30 pm

  30. Qarlitos

    Sabe do que fala?

    Não Claro! Apenas faz inferências!!

    Desculpem…VOU VOMITAR!

    mituxa

    Setembro 24, 2008 em 3:35 pm

  31. Deficiente é todo aquele que não “vê” com clareza, e estamos rodeados de muitos, infelizmente…

    É maravilhoso ser mãe, é grandioso ser mãe corajosa, parabens minha Senhora pela sua grandiosidade.

    LuV

    Setembro 24, 2008 em 8:14 pm

  32. Caros, sou o Pai.

    Agradeço as boas participações, as que se centram no problema core.
    Há uma regra de oiro em ética, que parece ser desconhecida para alguns: “não faças ao outro o que não gostarias que te fizessem a ti!”.
    Apenas conheço o Sr. Maestro como qualquer outro cidadão, infelizmente não é o único a discriminar, mas felizmente já estou vacinado contra a discriminação.
    As pessoas são diferentes mas têm os mesmos direitos, que devem ser respeitados por todos.
    Quando se pensou na inscrição disse: Não! Esse senhor é um troglodita! Bem dito, bem feito!
    Sr. Maestro, ou melhor, Carlos Daniel, que parece ser o mesmo, o meu filho: anda como tu, pensa como tu (felizmente não como alguns), corre como tu, come como tu, falará como tu, escreverá como tu, tem conhecimentos e competências como tu (é um craque em computadores), e podem chamar-me mal educado mas, mija como tu, caga como tu e até, quando for adulto, há-de foder como tu.

    SV

    Setembro 24, 2008 em 9:08 pm

  33. Sei que esta cidade é por demais oportunista e que o facto de se pegar deste modo num acontecimento frequente pode não ser inocente. Por outro lado, até hoje, ninguém teve a coragem de depor como a mãe Natércia. Ou de publicar, como o Jornal em causa. Eu não sei se esta é a única queixa … Mas, sei que desde há vários anos o ‘maestro’ Virgílio recomenda a encarregados de educação que telefonem a ‘x’ ou ‘y’ para que esses ensinem os seus filhos. Sou testemunha porque aconteceu comigo e tentei ajudar.
    Cumprimentos,
    M.

    Moriae

    Setembro 24, 2008 em 9:31 pm

  34. Sr. Carlos Daniel: não sei se vale a pena o debate, primeiro porque ia passar o resto do dia fora de casa, a trabalhar com alunos “normais” e com os tais “outros”, que segundo a sua opinião, o MAESTRO pode recusar. Diz o senhor o facto de ter trabalhado com deficientes, “lhe dá mais autoridade para recusar um aluno deficiente para este curso específico que ele elaborou.”

    Mas qual curso específico?! Mas qual deficiente? Mas qual recusar? Mas ele está a dar as aulas NA CASA DELE? Só o facto de ter de ler a sua expressão “recusar um aluno deficiente” me corrói as entranhas e me causa uma profundíssima indignação!

    O sr. não sabe a versão dele… mas EU CONHEÇO o teor do telefonema. Conheço esta mãe e assisto diariamente ao heróico acto que é tentar dar uma boa educação àquela criança! Conheço a criança… uma criança adorável… e traquina como QUALQUER OUTRA!
    Sei que aquela mãe chorou mais, imediatamente depois daquele telefonema, do que quando sofreu o choque de saber que o seu filho tinha Trissomia 21!

    Consegue imaginar porquê? Tente!

    E se ela “virou as costas” à tal senhora que a “pré-avisou” de que o Maestro não aceitaria (ou poderia não aceitar)… é porque sentiu imediatamente uma profunda indignação! E sim… ela PERCEBEU logo que era um NÃO definitivo… porque caso contrário a dita senhora não sentiria necessidade de estar a “pré-avisar”! E se assim não fosse, o Maestro não estaria a ligar 5 minutos depois para uma desconhecida para lhe “dar conselhos”! Por que o fez? Porque se queria livrar de um “problema”!

    Mas sou eu que estou maluco… ou o sr. não percebe que há aqui algo que não bate certo?!

    Mas digo-lhe uma coisa: agora sou eu que hei-de arranjar um tempo para me ir informar de tudo o que envolve este tal “curso específico”! Quero saber se há ali um cêntimo dos meus impostos! E vou pedir explicações aos patrocinadores, nomeadamente à CGD, da qual sou cliente! E ao Diário de Coimbra, que assino! E por aí fora… ao ponto de, se eles forem coniventes com estas situações, quebrar qualquer vínculo comercial com eles!

    E hei-de conseguir saber que “critérios” são esses que permitem que se recuse, “à cabeça”, um deficiente, como o sr. escreveu! Acredite que se isso estiver lá escrito… enviarei uma denúncia a todas as instituições possíveis e imaginárias, incluindo àquelas que lidam com os Direitos do Homem e da Criança!

    Quem se atirou para a lama, de cabeça, foi o Maestro… não foi aquela mãe que apenas queria dar mais uma oportunidade de crescimento ao seu filho, seguindo alguns conselhos de outras pessoas ligadas à área musical! Ele que se lave da lama onde quiser… mas corre o risco é de ficar ainda mais “sujo”!

    (peço desculpa por algumas considerações que poderá ter sentido, da minha parte, como menos simpáticas ou apropriadas, mas quanto mais leio os seus argumentos e outros parecidos, mais indignado e profundamente irritado me sinto)

    np

    Setembro 25, 2008 em 12:57 am

  35. “As pessoas que não fazem barulho são perigosas”

    (La Fontaine, Jean de)

    ********

    Desculpem lá “qualquer coisinha”…

    np

    Setembro 25, 2008 em 1:15 am

  36. Bem, com esta dica sobre conteúdos do dito telefonema (que obviamente podemos dizer que são IMAGINAÇÃO FÉRTIL), talvez o “operacional de serviço” Carlos Daniel agora fique ainda mais com as orelhas a arder…

    Não conheço mituxa, não conheço a mãe da criança, não conheço a criança, não conheço, pronto.

    Mas, raios parta, se esta dica: “…com um discurso onde foi referido Hitler e outras coisas mais…” não quererá dizer a mesma trampa que “a argumentação” que aquele ser nefasto da História provocou e onde estava obviamente, entre outras, uma clara e nítida EXCLUSÃO?! Então e isto não tem nada a ver? Mas porquê? Tem é tudo a ver.

    Por este andar não tarda estas coisas voltam a levantar-se e a implementar-se, adaptadas ao mainstream… mete um bocado nojo de facto!

    Gostaria de ver onde está escrito que se possam fazer no Pavilhão de Portugal este género de diatribes. Gostava de saber onde está escrito que as convenções, acordos e Leis podem ser violados. Ou isso está escrito “no contrato” ou algo de muito grave está a acontecer. Num ou noutro sentido ( e mais deverá haver), é muito grave.

    Se esta mãe tem voz ainda bem, talvez se desenterrem algumas cabeças que têm sofrido ao longo de anos.

    anónimo

    Setembro 25, 2008 em 2:02 am

  37. SV (e outros)

    Eu estou identificado aqui com o meu nome verdadeiro, não vale a pena insistir na confusão, eu não tenho nada a ver com o maestro, nem o conheço pessoalmente.

    O seu filho tem todo o direito a uma vida saudável, educação e plena realização social. O Estado tem obrigação (ou seja, nós, através dos nosso impostos) de atender a todos, especialmente as minorias, e em particular quem à partida carece de um acompanhamento diferenciado (idosos, crianças, deficientes, sem-abrigo, pessoas com doenças raras, vítimas de violência doméstica, etc.).
    É porque tenho consciência das falhas graves do Estado a proteger quem mais precisa que eu posso dizer que tenho a sorte de não ter um filho com T21. Encare isto como um elogio aos pais destas crianças pela luta desigual que têm de desenvolver.

    O debate, que não quero prolongar pois nem eu tenho tempo para responder a toda a gente, nem creio que alguém vá demover-se das suas posições. Já disse o que tinha a dizer, aguardo a defesa pública da outra parte, que tanto pode ser abonatória do maestro como pelo contrário se revele danosa para o mesmo. Neste último caso a sua esposa terá a minha solidariedade.

    Esta é a minha posição, e não estou preocupado se agrada ou não à fauna que pulula nesta caixa de comentários, possivelmente à espera de me colar uma tabuleta na testa a dizer ‘bruxo’, ‘judeu’, ‘cristão’ ou ‘comuna’ para a seguir me imolar em praça pública em festivo ambiente medieval.

    Por fim, e porque se assume(*) tanta coisa por aqui, devo alertar as pessoas para a existência de outros tipos de descriminação, pelo que pegava na sua regra de oiro “não faças ao outro o que não gostarias que te fizessem a ti” para as fazer reflectir antes de largar postas de pescada.

    (Este comentário é mais azedo que os anteriores deve-se mais devido à insónia que outra coisa, concedam-me o desconto)

    (*) ‘assumir’, conceito a priori, ‘pré-conceito’,…

    carlos daniel

    Setembro 26, 2008 em 5:41 am

  38. E antes que alguém aproveite o golpe clássico do fait divers, perdoem-me as pequenas desatenções de português.

    carlos daniel

    Setembro 26, 2008 em 5:45 am

  39. CARLOS DANIEL
    No site da CMC lê-se, sobre o Pavilhão de Portugal:

    “O Município coloca, assim, ao serviço do interesse público um espaço que merece ser apelidado de cosmopolita e que faz de Coimbra uma Cidade vocacionada para a cultura, a cidadania e o conhecimento.”

    Ainda não entendi, para a CIDADANIA, com AULAS PRIVADAS dentro de um espaço Público?

    VOU tirar isto a limpo…

    Vejam o Blog “Sinistar Ministra”- Grande revelação!

    mituxa

    Setembro 26, 2008 em 10:47 am

  40. mituxa

    Não creio ter afirmado que as aulas são privadas. Não são é curriculares, é como se fosse um workshop, um simpósio, uma conferência, práctica muito comum nas univesidades, institutos e algumas empresas, públicas ou não.
    É um curso da autoria do educador, que não está obrigado a cumprir qualquer tipo de programa emanado do governo, provavelmente o compromisso terá a ver mais com preços e tempo lectivo. (Uma das condições é o agregado familiar ser associado do Pavilhão de Portugal, por exemplo.)
    Eu acho bem que o Estado apoie estas e outras iniciativas do género. O contrário é pior e agrava desigualdades sociais.

    O ponto aqui é que do seu ponto de vista (e de outros), o curso viola a constituição pela interpretação que fazem do caso exposto (em matéria de suposta discriminação). Nesse caso têm que apelar ao encerramento do curso e não se quedarem pela simples questão dos dinheiros públicos.

    Como eu interpreto o caso como uma mistura de desentendimento e orgulho ferido, não entendo que haja qualquer ilegalidade na natureza do curso e como tal era escusada a lavagem de roupa suja na praça pública, até porque não há indícios que outros meios tenham sido antes tentados (participação a quem dirige o pavilhão, ou alguma secção camarária, por exemplo).

    carlos daniel

    Setembro 26, 2008 em 7:52 pm

  41. Isto é que aqui vai uma confusão…. Pessoalmente penso que a não aceitação da criança foi uma bênção. Andar a aprender com o prestigiado maestro durante quatro anos para quê? Já viram alguma actuação dos Heróis da Música? Já vi alguns e são deploráveis… Sempre considerei que as pessoas que no fim aplaudem, ou são surdas ou então sofrem de perturbações mentais. Daquilo que a criança se livrou…

    Jorge B. Ferreira

    Setembro 27, 2008 em 6:13 pm

  42. O maestro Vergílio Caseiro é um óptimo profissional.
    O melhor que já vi, e sinceramente não acredito em nada desta notícia.

    Ana Luisa

    Julho 13, 2009 em 10:56 am

  43. Ana Luisa,

    Então a senhora ainda não viu nada.
    Todo o corportamento do “óptimo profissional”, neste caso, é miserável e desumano. Num país civilizado este senhor estaria a usar a sua casa para dar música aos amigos. Não utilizaria um espaço pago por todos, público portanto. Sem excluir ninguém, nem um ser humano com Trissomia 21!
    Os senhores feudais das artes e das culturas coimbrãs defendem e encobrem o senhor maestro.
    Os senhores feudais têm os dias contados…

    Denúncia Coimbrã

    Julho 13, 2009 em 6:21 pm

  44. só tenho 15 anos…. :(

    só digo isto do que penso e do que vejo. ninguém está certo ou errado, cada um tem a sua opinião.

    Ana Luisa

    Julho 23, 2009 em 6:29 pm

    • D. Ana luisa:
      O maestro Vergílio Caseiro é um óptimo profissional.
      O melhor que já vi, e sinceramente não acredito em nada desta notícia.

      A Senhora nao deve é perceber nada de música, faça perguntas sobre os concertos da orquestra aos musicos que lá tocam, pq precisam dos €€, ou a quem sabe de música….
      A orquestra só existe para ele manter a milinha

      anónimo

      Julho 28, 2009 em 2:59 pm

  45. cambada de ignorantes mais as suas artes pseudo-oratórias,pseudo-intelectuais e pseudo-humanas!para todos os que aqui vem “dissertar”!!!!não admira que o mundo esteja como está!idiotas,todos!
    da mãe ao pai aos acusadores e defensores que pensem que se possam julgar!acordem para a vida! é por pessoas como todos vós que o país( e o mundo) estará sempre repleto de hipócritas sapientes ou cegos “”iludentes”!a este julgamento,e somente este,me concedo o direito!tenho dito.

    samantha

    Outubro 13, 2009 em 2:03 am

  46. Phénix samantha que agressividade.

    Pega no chicote e cria um mundo novo…

    Denúncia Coimbrã

    Outubro 13, 2009 em 10:59 pm


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