Denúncia Coimbrã

Archive for Janeiro 2009

O tal verniz…o tal prato e a tal…A Cabra

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A ingratidão é o mais horrendo dos pecados”, Alexandre Herculano.

Horas antes de André Oliveira entregar os destinos da DG AAC a Jorge Serrote o jornal A Cabra resolveu atribuir nota negativa ao trabalho do presidente cessante. a-cabra Cobarde atitude – injusta atitude – ingrata atitude.

A tomada de posse dos novos corpos gerentes da AAC foi a prova que A Cabra anda equivocadíssima. A imagem da AAC está tão credível como nunca, o auditório da Reitoria cheio espelhou a visibilidade que André Oliveira soube impor deste o seu 1º dia de trabalho. No discurso de despedida desafiou a autarquia e o perigo que esta corre em querer vir sugar o que é da AAC e, num rasgo lindo, agradeceu aos seus pais. Não é um deja vu qualquer neste caso, os pais de André Oliveira são pessoas que já muito contribuíram para o desenvolvimento da cidade. Se somos fruto da educação que tivemos, então André Oliveira teve o privilégio de poder idealizar, desde miúdo, uma cidade, uma Coimbra. Na altura que pôde contribuir pegou nos destinos da Academia e deu-lhe um novo fôlego, uma nova dinâmica, uma nova imagem.

Discurso hirto de Serrote
Aqueles que pensam que vai ser um ano de continuidade, enganam-se. Ou melhor, a Academia de Causas será a mesma mas a AAC não. Serrote anteviu o futuro e posicionou-se com garra no discurso inaugural. O novo presidente terá que ter pulso para gerir os desígnios da AAC. O Conselho Fiscal tem facções várias, logo vulnerável, e muitos são os projectos ambiciosos que se avizinham. A semente deixada por André Oliveira, na alteração da atribuição de verbas para o Conselho Cultural (por exemplo), trará uma nova dinâmica e disputas criativas (esperemos) na AAC. Os actuais Comissários da próxima Queima das Fitas já trabalham diariamente (numa sala minúscula) para a Festa mais longa de sempre. 110 Dias para comemorar 110 anos de existência. Galvanizados com o sucesso dos colegas anteriores quererão também trabalhar para o maior saldo positivo de sempre. Jorge Serrote terá se subir o tom aos “cobra taxas”, em ano de eleições é fácil. A AAC está unida para o futuro próximo , juntos a visibilidade e a força serão ainda maiores. Quem não estiver unido rebenta no ar, consequência da selecção natural. É natural, portanto.

Escrito por Paulo Abrantes

Janeiro 30, 2009 em 12:38 am

A DG AAC 08 na hora de despedida.

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André ladeou-se, entre outros, com Pedro Simões (administrador) e Jorge Serrote (vice-presidente) e fez um mandato único. Estes dois últimos elementos, cruciais no sucesso da Queima das Fitas 2007, foram peças fundamentais para o excelente trabalho de André Oliveira. Arriscamos a dizer que foi a melhor equipa de trabalho da última década, principalmente pela aproximação às Secções (desportivas e culturais) e pela corajosa “lavagem” de alguns vícios duvidosos que estavam instalados na AAC. André Oliveira, hirto nas suas decisões, soube romper com a inércia e a médio prazo os resultados serão francamente visíveis.

André Oliveira foi sucessivamente atacado, principalmente pelo Conselho Cultural, por ter tido preferência em trabalhar com as Secções Desportivas. Esses ataques não têm qualquer significado e reflectem a visão de uns quantos inertes que invejam o dinamismo dos colegas de Desporto. Alias, se analisarmos o espectro das pessoas do Plenário das Secções Desportivas advínhamos um dinamismo alicerçado pela entrega aos valores da AAC. São mais HOMENS, portanto. E os HOMENS, diferente dos ratos, lutam pelos ideais que acreditam, ultrapassam obstáculos, esgrimam o confronto com o respeito pela diferença e competem com ambição q.b. Alem da atitude, que já é marca no Brio(sa) da AAC, as Secções Desportivas são viveiros de campeões de grande nível.

São muitos os feitos desta DG 2008. A Medalha Honorifica entregue pela UC foi um premio justo, há muito merecido, mas entregue em boa hora e nas mãos de quem geriu exemplarmente um ano na vida da AAC.

No campo desportivo esta DG reabriu o emblemático Campo de Santa Cruz, homologou uma PRO-Secção (Bilhar), trabalhou no estatuto do Atleta Estudante e, juntamente com o Conselho Desportivo, elaboraram uma mega campanha de marketing eficaz que só enaltece a AAC.

Na cultura alojaram Secções que não tinham espaço de trabalho, ajudaram na alteração do Regulamento Interno do Conselho Cultural e o Pelouro da Cultura soube espevitar Secções adormecidas.

Na área social foram mais que muitas as iniciativas. Destaque para campanhas de solidariedade, abertura da AAC à sociedade civil (da penitenciaria à Casa dos Pobres, passando pelas ruas da cidade com iniciativas visíveis) e a criação do Gabinete de Empreendedorísmo.

Na politica de educação a DG 08 evitou, e bem, o histerismos das manif´s dos esquerdistas da nova vaga (a do vazio). André Oliveira primou pela criatividade e irreverência coimbrã, passeou-se com uma vaca magra no cortejo da Festa Académica. Brutal, no mínimo. Julgamos que o chapadão teve muito mais impacto.

Estas, e muitas outras, acções desta DG foram meticulosamente preparadas para terem visibilidade nos media. André Oliveira muniu-se de pessoas eficazes, discretas, e pôs a funcionar um gabinete de comunicação que soube inscrever o nome da AAC nos títulos dos jornais. O jornal As Beiras, por exemplo, escreveu mais sobre a AAC numa semana que o jornal A Cabra (jornal da Academia, pago pela Academia e propriedade da AAC) em todo o ano.

O silenciamento às actividades realizadas na AAC, por parte do jornal A Cabra, é tanto que até assusta. Vingançazinhas de merda feitas por gente demasiadamente preocupada em ter o umbigo nos olhos. Compreendemos que um jornal não deve  servir para propaganda, muito menos é um sítio de notícias pedidas, mas silenciar e rejeitar os colegas revela bem a atitude de quem é capaz de cuspir no prato que come. Sim, a Secção de Jornalismo (A Cabra) é uma das que mais recebe na actual atribuição de verbas. O que vai para eles não vai para os que silenciam. Cresce a arrogância e o umbigo, decresce a atitude e o verniz vai estalando.

A cereja podre no bolo
Nem tudo foram rosas na DG presidida por André Oliveira. Nunca entendemos a atitude desta DG para com o circuito interno, gerido pela tvAAC. No ano anterior foram ferozes críticos à DG, presidida por Paulo Fernandes e administrada por Hugo Julião, por tal “dádiva” (custos e etc). No ano que foram DG, pactuaram com a “marosca”. Pior, viram rebentar com um projector – um outro papa gordura nas cantinas – e os monitores estão constantemente ligados quando não se vê passar conteúdo. Para agravar ainda ajudaram a financiar, com mais 2 mil e tal euros, a extensão do circuito interno para o Pólo II. Para nada passar, portanto. Até podem fazer esses investimentos mas que os desliguem quando não têm emissão. Ou seja,…topas?

A ainda DG despede-se com uma Magna. Pelas 22:00 H, na Cantina dos Grelhados, será conhecido o relatório de contas AAC 2008.

Escrito por Paulo Abrantes

Janeiro 26, 2009 em 8:40 pm

Transparência Coimbrã III

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A Universidade de Coimbra pagou € 5.746,00 pelos serviços de fotografia do Encontro do Grupo de Coimbra de Universidades Brasileiras à empresa José Dinis Produções – Audiovisuais.
Se tomarmos em linha de conta que o trabalho foi executado em 4 dias, tal como a Base nos informa, este serviço “correu bem”.   Valha-nos Santa Verónica, Padroeira dos fotógrafos.

Uma Perda

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Um distinto ex-jogador de Rugby da AAC, José Correia Branco, faleceu. Francisco Amaral dedica a Intima Fracção à memória de um amigo de sempre, daqueles de que não nos lembramos quando os conhecemos.
São estas as atitudes nobres que não nos deixam indiferentes, nunca.

Na Intima Fracção da noite olhamos para o fundo das horas e o futuro já não é a janela aberta ao amanhecer. Também já não será o salto temerário ou a precipitação angustiante no vazio. É sobretudo descobrir o desesperante engano da memória”. Ouvir tudo aqui.

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Escrito por Paulo Abrantes

Janeiro 23, 2009 em 9:36 pm

Queima das Fitas 2008, a gestão mais eficaz de sempre.

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queima-20084Ficou novamente provado que com responsabilidade, dedicação, empenho, esforço, profissionalismo, uma boa gestão e sem nunca esquecer a sua origem praxista, se consegue estar ao nível dos profissionais, cumprir com os objectivos traçados que ultrapassam o saldo positivo. (…)

O Saldo que hoje aqui apresentamos mais que um investimento na AAC, é um investimento na qualidade de vida da cidade de Coimbra, numa época onde se torna tão difícil para Coimbra rivalizar com as grandes cidades portuguesas e europeias, a oferta de formação cultural, desportiva e cívica disponibilizada pela AAC e apoiada e financiada incondicionalmente pela Queima das Fitas, afigurara-se como factor diferenciador de Coimbra, promovendo a fixação de pessoas na Cidade dos Estudantes”.

Foi assim que Nuno Pais e os seus colegas apresentaram os resultados da última edição da Queima das Fitas, a gestão mais eficaz de sempre.
O resultado liquido ultrapassou 1 milhão de euros. € 961.071,04 desse milhão foram distribuídos pelo Conselho de Veteranos, DG/AAC, Conselho Cultural, Conselho Desportivo  e apoio a projectos a entidades (cerca de 63) da AAC. Por isso, o verdadeiro saldo final são 50 mil euros – que transitam para a Queima das Fitas 2009 (representam o fundo maneio para a próxima Festa).

Muitos eram apologistas que não se devia anunciar publicamente o “lucro” da Queima, o tal milhão, para a AAC não ver fechadas as portas a apoios institucionais. Convém referir que o resultado liquido não é o saldo final, o investimento feito na AAC era premente.

Não vemos razões para não se tornar público tamanho feito e  sucesso. Todos os que trabalharam para esta Queima das Fitas estão de parabéns e a Academia de Coimbra não pode esquecer a gratidão. Todo o esforço e seriedade desta equipa vem possibilitar novos voos para continuar a prestigiar a maior Associação de Estudantes do país (e para nós do mundo!).

Um abutre vereador
O vereador Marcelo Nuno já lançou as garras e referiu que “faz sentido começar a cobrar taxas a estas instituições, mesmo tendo em conta o apoio social que fazem”. Referia-se à Queima das Fitas. Legalmente pode não ser possível, caro Marcelo. O evento detém o mesmo número contribuinte da AAC e, ao que parece – segundo a lei, não se cobram taxas a instituições de utilidade pública. A AAC é uma dessas instituições.

Aconselhamos o vereador a trabalhar mais, a ser criativo na poupança, a fazer menos empréstimos para a CMC e não ir aos bolsos de quem, de uma forma exemplar, tenta obter – consecutivamente -  a gestão mais eficaz de sempre.

Escrito por Paulo Abrantes

Janeiro 21, 2009 em 4:38 pm

«A imensidão do vazio intergalatico como forma de expressão audiovisual»

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Um comentário de Science Man:

Nã… nã passa no circuito da tv aac. Até pq nã passa nada no circuto da tv aac.

Mais o k é preciso saber é k o circuito da tv aac faz parte de um grand projecto cientifico destinado a estudar buracos negros. O lema do circuito é: «A imensidão do vazio intergalatico como forma de expressão audiovisual».

Ficha Técnica
Patrocinador: DG.
Imagem de Marca: Arrogância.
Forma de Trabalho: Intrigas e Hipocrisia.
Material: Manipulacão.

Escrito por Paulo Abrantes

Janeiro 19, 2009 em 2:18 am

Na categoria TV AAC

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