Archive for Março 2009
As contas da Universidade

O Tribunal de Contas (TC) revelou que a Universidade de Coimbra apresentou em 2007 um resultado negativo de 3,95 milhões de euros.
O TC divulga também que os estudantes devem em propinas mais de 2,6 milhões de euros em situação de “cobrança duvidosa” (propinas de alunos de licenciatura com antiguidade superior a 12 meses, não integradas em plano de pagamento), e a 31 de Dezembro de 2007 a UC era credora de 4,6 milhões de euros relativos a propinas não pagas.
Os auditores repararam em “divergências” relativas ao montante em divida, entre o balancete contabilístico e a base de dados de alunos existentes no Sistema Integrado de Gestão do Ensino Superior (SIGES). Mais, os montantes em divida apenas incluem os alunos de licenciatura e que os dados relativos a pós-graduações, mestrados e doutoramentos não aparecem nas demonstrações financeiras.
As contas da Universidade…
Graffiti(s) da Semana

MP arquivou a queixa da tvAAC

“…Nestes termos, e por ser in casu legalmente inadmissível o procedimento, determina-se o arquivamento dos autos, conforme artº 277º nº 1 CPP.
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Não se promove o sancionamento legal por se entender que os autos não contêm indícios que suportam tal acusação”.
Foi assim que o Ministério Público, através do Departamento de Investigação e Acção Penal, nos informou que arquivou a queixa feita pelos queixinhas da tvAAC.
A esses queixinhas, e aos que não sabem pisar um lugar emblemático que lutou pela liberdade (Edifício AAC), fica aqui a lição.
Edifício AAC: o paradoxo espacial.

A falta de salas de trabalho no Edifício da AAC tem sido um dos problemas que as sucessivas Administrações das Direcções Gerais não têm conseguido resolver. Existe uma nítida injustiça na distribuição de espaços. Há Secções sem espaços de trabalho, outras que se dividem a trio e outras entidades que trabalham em espaços exíguos. Como, por exemplo, a Comissão Organizadora da Queima das Fitas. A maior Festa Académica do país é organizada numa pequena sala que nada dignifica o evento e não possui as condições mínimas aceitáveis de trabalho. Paralelamente há Organismos Culturais que têm salas (extras) no estado que mostra as fotografias. Com todo o respeito pelo Organismo em questão, sugerimos que, pelo menos, limpem a sala para não ser um cativeiro de bichindos do mofo que tanto enervam quem presencia tais injustiças espaciais.

Académica ficou mais pobre

O pior de tudo é quando um amigo nos informa que outro amigo faleceu. Uma parte de nós morre também…
Todas as palavras seriam poucas para definir a personalidade e o carácter deste AMIGO, pouco importa agora para o caso. O que importa mesmo é que a minha memória jamais esquecerá a força, o ânimo e os conselhos do João Mesquita. Um tremoço, um trago de loira gelada, uma carícia no bigode, um libertar de fumo e mil palavras encorajadoras. Fodax João a vida não vale mesmo nada! Eu disse-te, lembras-te?
Paulo Abrantes
In Tocha reabriu os Jardins da AAC

Praticamente 2 anos depois do GEFAC ter travado as obras do Jardim da AAC, eis que reabriu com pompa e circunstancia. Os motivos não eram para menos, um investimento avultado destes, pago pelo IN Tocha, merecia ser assinalado de uma forma ímpar. É mais um espaço para a AAC usufruir.
Antes era a AAC que tinha de sair para o mundo académico, agora é o inverso. São os estudantes a invadiram a AAC. Ventos de mudança que, consequentemente, obrigarão a algumas mudanças de hábitos.
As vozes discordantes, poucas por sinal, cedo se renderam ao fogo-de-artifício que estremeceu o edifício mais emblemático do universo estudantil. Julgamos insensato criticar e querer travar obra feita. Os “incómodos” que eventualmente possa causar a movida nocturna nos jardins brevemente se transformarão em benefícios. Toda a AAC tem a ganhar com esta movida. Além da entrada de divisas, sempre importante para os cofres da casa, também vai trazendo malta nova para as Secções e Organismos Autónomos. Muitos estudantes na “noite IN Tocha” acabam por descobrir que podem na AAC fazer actividades paralelas à sua formação. Digamos que o IN Tocha é um isco para a AAC, e por isso todo e qualquer compromisso comercial deve ser respeitado. Todos ganham com a transacção, portanto não custa nada mudar de hábitos e habitarem o mesmo espaço com o respeito pelas diferenças.
Se o problema é segurança, então deixa de o ser quando a prestigiada empresa 365 assegura os serviços. Houve reforço de efectivos, com mulheres segurança à mistura, lol, pagos pelo IN Tocha. Filtram bem os mitras, quem é da casa circula livremente e quem quer entrar mostra o cartão de estudante. Quem é estudante é sócio da AAC. Logo, pode (e deve) entrar no Edifício nº 1 da Padre António Vieira.




























