Archive for Maio 2009
Leitura da sentença

Será amanhã lida, pelas 14:00H no tribunal de Montemor-o-Velho, a sentença do caso do profissional da web que resolveu publicar, via internet, uma gravação de telefone, protegendo a comunidade internauta sobre as banhadas de uma empresa de alojamento. Aquilo que os cidadãos pretendem da justiça é que seja sensata e não proteja os mal intencionados. Acreditamos que seja possivel.
Cancro nos HUC

Manuel Antunes, Helena Saldanda, Agostinho Almeida Santos, Carlos Oliveira, Carlos Mesquita, Abel Nascimento, Fontes Baganha, entre muitos ilustres profissionais da saúde, estão indignados e críticos quanto ao novo processo de reorganização dos HUC. Fernando Regateiro é o alvo de todas as criticas e tem o aval do Ministério da Saúde. Uma perspectiva economicista, defendida por Regateiro, pode levar à queda do prestígio de um dos melhores hospitais do país.
Videovigilância travada

Um parecer jurídico, pedido pelo executivo municipal, para esclarecer a legalidade de uma clausulas no caderno de encargos, vai atrasar a instalação do sistema de videovigilância na Baixa. Furioso ficou o Presidente da Junta de S. Bartolomeu, Carlos Clemente, com tal decisão e retrocesso no processo. “É uma vergonha, é brincar com pessoas e bens”, palavras de Carlos Clemente.
Negro drama
Internet em tribunal

O proprietário de uma firma (virtual) de “webhosting” acusa um ex-cliente de calúnia e difamação por ter colocado online uma conversa telefónica em que o dito se acusa a si mesmo de se ter apropriado de um domínio web que pertencia ao cliente; a intenção do cliente era tão somente a de alertar a comunidade cibernética para as práticas criminosas de um fornecedor de alojamentos virtuais português.
A ilicitude da gravação sem consentimento daquela conversa telefónica (dita “privada”) serve assim de pretexto para um processo-crime em que está a em causa a legitimidade da sua publicação em forma de alerta geral; ou seja, por um lado temos o “direito à palavra” (do assistente) e pelo outro temos a defesa dos interesses alheios, de toda uma comunidade que aos mesmos ficaria exposta… caso o assunto não fosse comprovadamente divulgado.
O grave desta história, que mais parece uma estória, é que o cliente ficou sem 3 anos de trabalho. Ou seja, a firma em causa apagou 3 anos de trabalho e mais de 200 mil link´s de toda uma rede que entretanto se foi gerando e construindo.
O caso está ser julgado no tribunal de Montemor-o-Velho e a sentença é lida dia 1 de Junho.
Escultura urbana?

Para que isto serve?



























