AAC: guerra suja (3)
Quando não se vence com argumentos e capacidade de trabalho tudo vale para alimentar sonhos impossíveis, e não merecidos.
As Lista A e R impugnaram a urna de Bioquímica. Inicialmente a urna estava para ficar no Departamento de Arquitectura, mas como este Departamento ainda não tinha autorizado oficialmente a sua colocação a comissão eleitoral, e todos os delegados das listas, concordaram em levar para Bioquímica. Durante o dia tudo correu normalmente, quando fechou a Lista A e R reclamaram. A comissão eleitoral levou a votos a decisão e, claro esta, toca a penalizar a lista mais forte (ainda mais na Faculdade do candidato à Lista T, Eduardo Barroco de Melo).
Ora, se a comissão eleitoral e delegados aceitaram mudar o sitio da votação, assinando os cadernos eleitorais, não vemos razões para tal impugnação. Foram destruídos cerca de 140 votos, que não será difícil perceber de que lista eram.
Os mesmos alunos que votaram hoje em Bioquímica, e que viram os seus votos a serem inutilizados por decisões que só demonstram que seriedade e vergonha na cara é coisa que não abunda por estes lados, poderão votar amanhã.
Esquecem os sem palavra que estes efeitos são perversos. Já no ano anterior impugnaram urna, com maior numero de votos, e nem por isso Miguel Portugal deixou de ter a maior vitória de sempre.



























