A fetish dos pós brancos

Antes havia o antrax, e medo aos terroristas do pó. Atrasados mentais da AAC adoptaram os extintores como forma de demonstrar a sua estupidez. Um género antrax mas com mangueira. Lançar pó branco virou moda. Ainda não sei se a fetish está nos pós ou na propria mangueira do extintor. O que é certo é que a dita mangueira poderia ser um bom utensílio de castigo, a tais fetiches.
Esta madrugada foi a DG a sofrer o ataque, salas de reuniões, sala da administração e presidência, entre outras, snifaram o pó da moda. No terceiro, e nas escadas do 4º para o 5º Piso, a “neve” também abundava.
Pelas festas de aniversario, festinhas de natal & tal, que houve no Edificio não é difícil ver de onde vem estas atitudes mentecaptas.
Desta vez não podemos atribuir a culpa aos mitras da movida nocturna, que começaram a pairar no Edifício.
A 365 tem assegurado um excelente trabalho, mas são poucos homens para tanto trafego humano. E com diferentes indicações quanto à entrada de não sócios da AAC no Edifício. Especialmente entre as 2:00 e as 4:00 h. A sorte é que nunca aconteceu nada mais hard. Mas tem havido acontecimentos “estranhos” quando a multidão invade a AAC.
É legitimo a empresa concessionária cativar clientela, até porque só assim pode honrar os compromissos que tem com a AAC, convém é não esquecer que a segurança de quem trabalha no Edifício não pode ser posta em causa.
É a Direcção Geral que compete tomar medidas urgentes para que o Edifício não vire um bataclã degradado e urinado.



























