Cada vez temos mais dificuldades em perceber estes políticos de hoje. Ora avançam, ora recuam. Ou pretendem ser os salvadores da pátria, ou passam a ser uns simples “Zé Ninguém” da politica. José Maria Barroca, presidente da Junta de Taveiro, queria ser a voz do descontentamento dos autarcas sociais-democratas. Mas desistiu de o ser. Tínhamos referido a importância das duas candidaturas de Coimbra ao PSD, para relançar a cidade no mapa da politica nacional. Barroca justifica a sua retirada pelo o outro candidato, Luís Filipe Meneses, “reunir as garantias de defesa do poder local democrático, moderno e competente”. Então e o Barroca já não sabia disso antes de mostrar interesse de se candidatar? Porque será que desistiu? Levou um puxão de orelhas de Carlos Páscoa e Jaime Soares? Cá para nós foi porque não aguentou o desafio que o o outro candidato de Coimbra, Castanheira Barros, fez a todos os outros. “Vamos lá todos ver quem ganha no ténis, no golfe, na natação e nos desportos radicais”? Este candidato é o nosso escolhido. É corajoso, criativo, irreverente e desportista. Esperamos que não desista também.