Denúncia Coimbrã

Proibidos entrar na Latada 2007

 

A vingança da pequenez ou o poder dos pequenotes?
Tem sido uma autentica “caça às bruxas”. A DG AAC, que organiza a Festa das Latas, tem tentado barrar a entrada, no recinto da festa, a todos os seus críticos. Já foi assim com elementos da lista do candidato André Oliveira. Aliás, ele próprio teve de ir comprar bilhete pois retiraram-no da guest list. Esta lista, que oferece bilhetes a colaboradores da Academia, “esqueceu-se” do desempenho que o actual candidato já teve pela AAC. A lista oferece bilhetes aos que não criticam (pela frente) a DG e aos amigos – dos amigos – dos amigos – dos amigos, que nada fazem pela AAC, salvo raras excepções. Pior que isso foi a vigia, o controle que a DG fez, para confirmar se André Oliveira comprava mesmo o bilhete. Ofensivo, no mínimo, este gesto abusivo perante qualquer cidadão. Os diversos grupos académicos, em plena actuação, têm tecido duras criticas ao trabalho desta DG e a esta Latada. Ontem, a Tuna de Medicina criticou duramente a DG e a Estudantina fez o paralelismo entre esta DG e o grito académico dado pelo presidente no Sarau, um engano. LOL! Hoje, dia 29, foi a vez de barrarem a entrada ao nosso Kabec_Ilha – que tem responsabilidades com um grupo de trabalho da AAC. Com o direito a ser credenciado, tal como os outros elementos das diversas Secções, para executar o seu trabalho – não viu o seu pedido aceite. E porquê? Porque critica o trabalho actual da DG aqui, no blog Denúncia Coimbrã. Ponto final! O Kabec_Ilha ainda pediu para chegar ao dialogo com Ricardo Duarte, Coordenador da Latada 2007, numa tentativa de elucidar a organização que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Que o Álvaro de Campos nada tinha a ver com Ricardo Reis. Nem Alberto Caeiro era Bernardo Soares, pois este era um “semi-heterónimo”. E todos eles eram Fernando Pessoa. (Desculpem a ousadia na comparação, com a devida modéstia. Apenas humor.) Que nada! Os organizadores não quiseram dialogo, informou-nos o colega Leite – mediador da proibição. E como só conhecemos uma verdade absoluta – a morte, continuamos! Já que é para morrer, que seja de pé. Com o orgulho de ser superior a vinganças do poder dos pequenotes.

 

Leiam atentamente o comentário feito por um dos responsáveis do Grupo Académico: Imperial Tertúlia In Vino Veritas.