As prendas da AAC
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A Direcção Geral (DG) da AAC tem sido muito generosa nesta época natalícia. Depois das obras de melhoramentos essenciais ao Edifício, eis a recente e espectacular sala equipada pela Portal Universia. Uma bem equipada sala de formação com internet a bombar a uma velocidade estonteante. Mas, o maior presente foi “dado” á TV AAC – pelos seus 4 aninhos de existência; o tão esperado, e desejado, circuito interno de televisão. A DG investiu e executou esta ideia, que já vem de trás. Faz sensivelmente 3 anos que uma empresa de comunicação quis oferecer à AAC este circuito, bem como se disponibilizava a equipar com monitores todo o universo académico (AAC, cantinas e faculdades), A DG da época reenviou a proposta para a TV AAC e esta demorou, demorou, demorou a responder. O suficiente para os interessados terem desistido. Agora, esta DG gastou 19 mil euros para ver em pé este necessário projecto.
Pérolas a porcos? Ou Deus dá nozes a quem não tem dentes? A TV AAC é quem controla este circuito interno. Quanto a nós, mal. Muito mal. Para já, o que está a ser emitido é tudo menos televisão. Entende-se televisão – conteúdo, de informação e/ou entretenimento, com som e imagem. Ora, a TV da AAC NÃO É ASSIM. Passa imagem, som não. Emitem apenas uns clips promocionais de (algumas) Secções da casa, sem som. Uáu…!!! Será isto TV? Ou multimédia? Para isto, não era necessário tanto investimento. Investimento esse saído dos cofres da AAC. Dos lucros da Latada e Festas Académicas que, curiosamente, o presidente da TV AAC – Ricardo Matos, tanto rejeita. Os clips promocionais, sem som, referem-se só a algumas (pouquíssimas Secções). Passam ao ritmo de uma para quarto. Ou seja, passa uma Secção e 4 vezes a TV AAC. Em loop, interminavelmente. É de loucos. Isto não é TV! Espera esta Secção, que “tutela” o circuito, que sejam as outras Secções a fazerem os videoclips para poderem passar? Ou será preciso pagar o trabalho? Como fazem algumas Secções (que se cobram pela “prestação de serviços”). E quem vai gerir a publicidade que passará no dito circuito? Entrará nos cofres da AAC (para ser dividido pelas outras Secções), ou rever-te a favor da TV AAC? São perguntas que têm de ter respostas. Até porque, neste momento o ambiente entre Secções não é muito a favor a solidariedades e de partilhas. “Dividir para Reinar”, diz a musica. Mas a AAC não dança a esse ritmo. Cada vez mais a disputa e concorrência entre Secções é maior. Felizmente que há significativas excepções. É mais que óbvio que esta Secção, TV AAC, não tem estrutura para dar boa e regular utilidade ao referido circuito interno de televisão. Nem para as suas actividades têm gente suficiente. Um dos testemunhos é o “desesperado” mail lançado para terem gente na emissão do seu dia de aninhos. Pediam 1 realizador, 1 editor, 4 câmaras, 2 jornalistas, 1 insersor de oráculos, 1 técnico de som, 1 técnico de vídeo, 1 controlador de sinal, 1 operador VT e rematavam assim: “Mesmo que não tenham nenhuma experiência neste tipo de funções, são todas (ou quase) tarefas relativamente simples e que não exigem grande preparação técnica”. Grande profissionalismo, esta TV AAC.



Uma post destes logo no dia de Natal? És por acaso o Grinch que quer roubar o natal ao Matos? ;-P
Pois, de facto, eu vi o tão falado circuito interno de tv e não achei nada de especial. Fica só a passar a mesma coisa em loop, espero que melhore.
Quanto ao dito conteúdo da tv do Matos. Como comensal das amarelas deis do dia que comecei a estudar em Coimbra, posso dizer que não tem jeito nenhum.
Uma vez por semana era exibido um programa com notícias sem jeito nenhum que quase ninguém ouvia, e isso literalmente, pois o som era tão ruim que mal dava para entender o que diziam.
Quanto a uma televisão sem som, como querem fazer disso um veículo de notícias? Como isso pode resultar? Se colocarem texto, então mais vale colocar uma câmara a filmar o jornal “A Cabra”. A menos, é claro, que apareça um quadrado no canto da tela com o Matos a fazer a linguagem dos sinais.
Eu só não entendo porque a TV do Matos, em vez de se preocupar em criar conteúdo para uma TV de 2 projectores e 3 televisões, dispostas perto de um bar barulhento que não terá som, não aposta em criar conteúdo para o espaço universidades que é exibido na 2. Isso sim era fazer televisão.
Pérolas a porcos é capaz de ter razão, que o circuito foi caro é verdade, mas que era necessário isso era e muito. Eu estive na secção durante 2 anos e qualquer coisa, uma das coisas que acontecia era que as pessoas deixavam de colaborar porque simplesmente havia uma emissão muito pequena, era algo de muito desmotivador, penso que agora haverá condições para que mais pessoas se interessem, a tv “já passa”.
Já viu uma coisa a tv “tem” um circuito interno, mas se calhar não sabe que a tv não tem uma sala própria, acho que isso é ainda mais preocupante, com tantas salas na AAC ao “abandono” e a tv tem duas salas emprestadas, uma delas sem quaisquer condições de trabalho (a do 6º piso) e outra muito pequena para o espaço que é necessario.
Esta se calhar também é uma das razoes para a falta de pessoal.
Amigo antes de criticar tanto tente perceber a fundo os reais problemas das secçoes, e não mande bitaites para o ar.
Abraço
Ao Nuno Cardoso,
Claro que sabemos que a TV AAC ocupa 2 espaços no Edifício da AAC. Não são as melhores condições, é claro. Mas olhe que há outras que nem espaço têm e mostram trabalho.
Nuno, as suas sugestões quanto aos nossos “bitaites” não serão levadas em conta.
Os novos SANTANAS
Como isto anda! Como se não bastasse a incrível falta de gosto nos melhoramentos (aquela entrada parece uma “campa de cemitério”e a janela por cima era bem mais bonita em madeira do que esta ” porta de loja envidraçada” agora ainda temos de gramar com a opção saloia de colocar projectores e plasmas só para fazer vista, porque interesse não tem nenhum. Mesmo que existisse uma programação efectiva da tvaac, ninguém me pode fazer crer que alguém ali ficaria de pé a assistir a algum programa. Mais grave que isso é o facto real de a tvaac ser péssima. Na realidade é preferível ver os clips silenciosos que lá passam agora do que aqueles noticiários horrorosos que passavam nas cantinas, tenham dó e um pouco de vergonha na cara. Deve haver gente nos liceus a fazer melhor..
Alguém já aqui sugeriu que se fizessem programas para passar na dois, ou mesmo na radical. Tudo isto seria possível, mas não com os meios humanos que estão agora na tv, são pessoas esforçadas e com conhecimento técnico, mas não têm criatividade nem abertura para ir buscar quem a tenha, senão já o teriam feito. Neste últimos tempos de reinado desta DG o que vejo é um esbanjar de dinheiro em operações de cosmética, que só revelam a falta de planos reais e estruturantes para a associação, cambada de putos que se viram com dinheiro e começaram a imitar os nossos autarcas. Especiais felicitações ao puto que teve a ideia de colocar aquele projector ao lado da porta de entrada. Genial! Que parvoice! Que parvoice tão cara! Nem o Santana Lopes faria melhor. O nosso futuro está assegurado, estes tipos serão os nossos políticos no futuro. Só para terminar queria dar os parabéns à Denúncia e os votos de um novo ano com a mesma força.
Caros amigos…o vosso post está muito bem escrito, tem um bom português, umas palavras que se ligam muito bem entre si,muitos parabéns pelo conhecimento e domínio da língua!quanto ao conteúdo e conhecimento de causa, a nota do artigo é…ZERO!!!!não vou comentar a maior parte do artigo, pois quem escreve isto não tem a noção do que é a TVAAC, das dificuldades e das limitações!convidava todos os que escrevem neste blog a irem visitar a TVAAC, eu próprio poderei fazer a visita guiada e explicar todo o funcionamento.Depois, sim, poderão fazer um post com conhecimento de causa. Para finalizar comento aquilo a que chamam “desesperado mail”:
Nos tínhamos todos os lugares assegurados, o mail era só mesmo para termos alguma flexibilidade durante o directo. Até vocês se tivessem lido e respondido positivamente ao mail poderiam confirmar que ALGUMAS funções são de muito simples execução, apenas para dar um exemplo: uma pessoa que quase nada sabia de produções audiovisual, estrangeira e apenas com algum conhecimento da língua, em apenas 10 minutos de “formação” consegui desempenhar de forma excelente a sua função. (muito menos tempo que, certamente, demorou a escrever este artigo)
Agradeço também a todas as pessoas que têm disponibilizado grande parte do seu tempo para desenvolver a TVAAC e poder dar aos estudantes uma televisão com a qualidade que desejam.
Pois! Não podem ver um sapato novo a um pobre que já estão a criticar! Deixem a secção crescer com oportunidade!
E falando em espaço, gostaria de saber porque o GEFAC tem tantas salas logo num piso tão bom como o primeiro apenas para ser utilizado como bar e sala de xuto. Não é nem a primeira nem a segunda vez que ao passar a frente da secção sou abordada por um gajo de rastas a perguntar se quero uma mini a 0,60!!! Então? Aquilo é espaço de ensaio ou um bar ilegal? Isso são coisas que ninguém diz!
Eu nunca os vi a ensaiar naquela sala, quando tem malta por lá, ou estão bebendo, ou estão fumando ou fazendo sabe selá o que! E as secções desportivas? Qual a lógica de terem salas tão longe do local onde treinam? Para mim era recambiar essa malta toda dos desportos para o estádio universitário, reordenar os espaços das secções que fazem mal uso do espaço e dar condições dignas as secções que realmente precisam de espaço!
Margarida,
Quando o sapato é maior que o pé, nem sempre fica bem.
Santanas? Não quererá antes dizer Socratinhos?
Penso que é bem mais apropriado.
Cara Margarida,
Por minha parte, enquanto membro do GEFAC, convido-a a vir conhecer o GEFAC, nomeadamente os seus ensaios de tocata/cantata às 3ªs, danças às 4ªs ou teatro às 5ªs.
Depois de conhecer mais um bocadinho, já que até trata o GEFAC por secção, aparentemente desconhecendo que é um grupo autónomo (sabe que existem?) talvez possa voltar a deixar um comentário, esperando-se que venha a ser um pouco mais esclarecido e menos preconceituoso, para não dizer raivoso.
Pessoalmente, acho normal que se conviva depois dos ensaios. Também acho normal que um grupo com uma actividade tão diversificada, entre música e canto, dança e teatro, fora os espectáculos que integram as várias vertentes, necessite de espaço, nomeadamente de armazenamento. Para além do facto dos servidores da AAC estarem instalados num espaço do GEFAC.
Fora isso, tenho a dizer-lhe que não me lembro de nenhum “gajo de rastas” no GEFAC. Acredite se quiser. Além disso, as minis são a 0,50€. Parece-me bem que se convide a entrar quem vai passando, é sinal de abertura do grupo à comunidade, mas talvez a Margarida prefira os grupos fechadinhos onde apenas se entra escolhido a dedo.
Finalmente, quanto a “fazendo sabe-se lá o quê” (tomei a liberdade de corrigir o erro ortográfico), se tem curiosidade apareça, terei todo o gosto em lhe mostrar pessoalmente, na posição que mais lhe agradar.
Alfredo Campos
Só para reforçar o puxão de orelhas à MARGARIDA:
Julgamos as suas acusações sérias e estranhas.
Para já, gostariamos de saber onde está a sala de xuto da AAC. Se estamos numa casa que deve respeitar as diferenças não sei porque a Margarida faz o reparo ao “gajo de rastas”. Perguntamos; não pode cada um usar o cabelo com quer? Não será uma atitude bem fascista ter esse reparo?
A Margarida pertence à TV AAC?
Muito bem perguntado, essa Margarida deve pertencer aos caciques da TV AAC. Que fazem tudo o que o Ricardo Matos e a sua partener mandam. Para ser sócio da TV AAC é preciso um longo periodo de colaboração (6 meses, igual a 1 ano escolar + ou -)em que os candidatos nada podem propor ou opinar. Têm que fazer o que o casalinho quer e depois logo se vê. Se são, ou não sócios. Aliás este Ricardo Matos ainda exerce a ortodoxia da JCP. O que não interessa e não pensa como nós, está automaticamente excluido. Este parasita da AAC, que esqueceu e apagou na história os verdadeiros fundadores da TV AAC, tem comportamentos muito bizarros em relação à casa. Emcabeça uma lista que é contra os lucros das festas académicas. Mas, dentro da sua “governação” na TV AAC, só pensa nesses mesmos lucros. Se não, não vendia publicidade na Queima e não acitaria o novo circuito de TV, pois foi pago (19 mil euros) com os lucros das festas académicas. Onde está os principios deste senhor?
Pessoalmente, prefiro crer que a Margarida não será da TV/AAC.
Mesmo porque, ao contrário dos demais comentários aqui presentes, tenho bastante consideração pela TV, pelo que considero que não assumiria o tipo de atitude que a Margarida demonstrou, persecutória face a um organismo da casa que, suponho eu, nem conhecerá.
Naturalmente, não sendo eu membro da TV, não me cabe defendê-la ou a qualquer dos seus membros, ainda que conheça alguns, mas permito-me desconfiar das opiniões relativamente ao seu presidente, que de resto conheço há bastantes anos.
Alfredo Campos
“Pobre” Margarida… Das duas uma, ou é realmente importante e toda esta sátira não a afecta ou então as criticas assustaram-na e refugiou-se no silêncio! Mas afinal quem é a Margarida???
Caros amigos,
Estou habituado a ver frontalidade neste blog, alias aproveito esta minha primeira intervençao para felicitar os administradores pelo fantastico trabalho que na minha opiniao tem vindo a realizar.
Contudo, nao so acho excessiva a forma como se referem a tvaac como me parece que estao a ser demasiado benevolentes com o gefac.
Parece-me gritante que a margarida nao colocou as suas ideias da melhor forma, assim como a tvaac esta longe de ter condiçoes para vir a ser um sucesso com os actuais moldes e direcção.
No entanto gostava de deixar duas notas…desde logo tambem achava fantastico que fosse aproveitado o espaço da rtp2, contudo informei-me e creio que deveriam tambem te-lo feito antes de falar nisso e conclui que esse a espaço so poderao ter acesso “canais” com ligação à intituição da qual sao oriundas, ou seja terao que estar ligadas a uma reitoria, conselho directivo,etc.
Segundo reparo, so mesmo quem andar muito distraido é que nao repara que o gefac tem sido mais do que qualquer outro uma força de bloqueio. Senão vejamos, o BAAC pautou o seu funcionamento por excessos, creio que é consensual, mas eu pergunto, quem levantou sempre mais problemas relacionados com isso, muitas vezes pegando em coisas de uma pequenez assinalável que culminou com um escandalo publico em vez de uma procura de soluçao interna a bem da AAC relativo ao bar do jardim? E tantos problemas levantados por causa de um bar e depois fazem o seu proprio “barzinho” num espaço supostamente destinado a trabalho e, pegando nas palavras do colega do gefac, para guardar material? Nao sera isto uma tremenda falta de coerencia? E tendo em conta que têm salas de ensaio serão necessarias 5 salas no primeiro piso?Quem conecer a realidade da AAC sabera reconhecer que ate podiam ter utilidade mas num cenario em que as secções se confrontam diariamente com restricoes de espaço, nomeadamente a secção de fotografia que nem sala tem…parece-me excessivo que o grupo de etnografia e folclor tenha 5 salas seguidas. E sinceramente nao me venham com a historia do servidor porque limitaram-se a ceder um canto irrisorio de uma das salas e tambem ganham com isso porque aquele era o unico sitio possivel para instalar o servidor e sem ele o proprio gefac nao teria internet nas suas salas. E eu pergunto…fazem questão de dizer que sao um grupo autónomo, muito bem, como tal partilham o edificio com a AAC mas entao porque nao se disponibilizam nunca para participar no pagamento das despesas referentes ao edificio que com a AAC partilham?Nomeadamente a instalação do raio do servidor?Sejamos coerentes e pelo menos uma vez trabalhemos em conjunto para engrandecer o nome da AAC e abandonemos estas perspetivas umbiguistas
André,
Antes de mais gratos pelo comentário, e elogios.
Não nos compete servir de arbitro ou juiz nesta “luta” TV AAC versus GEFAC. Ou melhor, GEFAC versus com o que aparecer à frente. O problema, quanto a nós, não está nas salas que o GEFAC tem mas sim naquilo que vamos provar brevemente: mais de 50% do Edifício não está aproveitado. Mais de metade das salas estão fechadas e há Secções que precisam de espaço. Não é só a Secção de Fotografia que não tem local para trabalhar, há mais. Como há outras com espaço minúsculo a produzirem grandes eventos. É tudo um paradoxo.
Também nunca vimos o GEFAC a recusar espaço a alguém que o queira utilizar momentaneamente. Julgamos normal a atitude do GEFAC em defender-se, pois está a ser alvo de muitas cobiças. Ora, eles não têm culpa da má utilização de todo o Edifício. Aí, tem de certeza muito mais responsabilidades a TV AAC, ou melhor – o seu presidente Ricardo Matos. Ele foi eleito pelo Conselho Cultural para servir de representante na mediação do problema da falta de espaço no Edifício. Ora, nada foi feito. Nada adiantou. Onde está o problema afinal? No entanto, mal ou bem – bons ou maus, já se apoderou de 2 espaços. Na chuva já não fica.
Como diz, e muito bem, o que falta é bases para um dialogo entre todos. Mas, deixem os umbigos em casa. A Secção de Fado conseguiu o seu espaço com 2 pontapés na porta, de salas mal ocupadas. Talvez se repita a estória…
Espero que esta secção não se torne mais uma RUC.
É uma vergonha que com tantos eventos desportivos das secções da casa, a única coisa que têm de desporto é o relato em directo dos jogos do OAF e um programa prognósticos com 95% do tempo a falar do respectivo organismo. É pena que quando querem subsídios não irem bater à mesma porta.
A TV AAC pode passar jogos e eventos das modalidades da casa pois elas quase sempre os filmam.
Pois JC! A Tvaac filma os eventos das secções, quando se solicita, isto é certo! Mas filmar, editar e entregar a tempo e horas já é outra cantiga.
Eles filmaram um evento da minha secção e só nos entregaram a gravação quase um ano depois, quando praticamente já não havia mais interesse, e só o fizeram porque o nosso presidente ia chatear o Matos quando o via.
De novo, só desculpas. Ou era o computador, ou era os discos, ou era a prioridade para a queima das fitas, ou era a falta de malta para a montagem, ou porque chovia, ou porque fazia sol…
Só para concluir. Nós esperamos um ano e o que recebemos foram imagens muito mal tiradas montadas de uma forma no mínimo amadora. Creio que se tivéssemos dado uma câmara a um caloiro bêbado e feito a montagem no vídeo teríamos algo bem melhor.
A Secção de Fotografia da AAC espera também, há mais de um ano, um entrevista que foi feita quando passamos a Pro_Secção. Entretanto já somos Secção, mas gostaríamos de ter esse trabalho para o nosso arquivo. As desculpas são as mesmas que o Luís Santos “De novo, só desculpas. Ou era o computador, ou era os discos, ou era a prioridade para a queima das fitas, ou era a falta de malta para a montagem, ou porque chovia, ou porque fazia sol…”.
Lamentamos,
Secção de Fotografia da AAC
Há muito mais gente a queixar-se da falta de profissionalismo e bom gosto da TV AAC. Nunca aparecem com as filmagens que fizeram, mas prepotência têm muita. Muita gente já passou a tentar fazer algo nessa Secção, mas o caciquismo vivido não permite a criatividade. É bom que este blogue tenha levantado a lebre destes palermas, que andam com a mania que “são da TV”. Têm poses de galo em capoeiras alheias, mas no galinheiro quem mete o ovo são as galinhas. E assim vão estendendo a mão para o dinheiro vindo da AAC. A única merda visível que organizam é um concurso de curtas metragens. Vídeo/cinema, penso eu. Na AAC há uma Secção de Cinema (CEC), porque é a TV AAC a organizar? Pelo menos em co-produção… É nitidamente a fazer o que os outros fazem, passando por cima deles. Uma coisa é cinema, outra é televisão. O mau trabalho que já mostraram foi o suficiente para concluir que foi muito mal dada esta prenda.
Quanto ás infracções…vamos estar atentos.
Na Queima das Fitas houve infracção, que perdoamos. Na AAC, não!
ANTI-TV
Como é certo, e como qualquer secção da AAC, a tvAAC tem muito a melhorar… Mas acho que antes de fazerem qualquer crítica, deveriam passar na secção televisiva e ver o trabalho, às vezes com tão poucas pessoas, que lá se faz. Depois teriam direito a fazer os vossos comentários, sejam positivos ou negativos. E se tudo o que a tvAAC faz é mau,deixo uma sugestão: apareçam por lá e comecem a fazer melhor…parece-me que são todos muito entendidos no assunto! Só para acabar: aprendi muito na tvAAC. E tal como foi para mim, acredito que a tvAAC ainda é uma escola para muita gente, onde se pode experimentar, errar e sobretudo, aprender. Deixem a secção crescer.
Formei-me em biomédica o ano passado, mas tenho também um má experiência com a Tvaac.
A dois anos organizamos um evento do curso e solicitamos a Tvaac que fizesse o registo e a montagem de um DVD para ofertarmos aos participantes, professores e alunos.
Creio que não seja preciso dizer que foi entregue com uns bons doze meses de atraso… mas se pelo menos tivesse vindo algo de jeito!
O DVD que nos foi entregue foi o DVD mais piroso que alguma vez foi visto!
Aquilo mais parecia um vídeo de casamento dos anos 80, do que outra coisa. Tudo subdividido com separadores com uma fonte muita manhosa, quase ilegível e um fundo floral. Sabe-se lá porque o motivo floral, talvez prova de bom gosto.
As imagens captadas foram, vou numerar: a chegada do autocarro, a entrada no evento, a mesa de comida, a pausa do café, os participantes a comer e a conversar, e entrevistas com perguntas sem sentido algum, o embarque no autocarro, etc. Não preciso comentar que não fora feita uma única imagem com algo de importante que tenha decorrido no evento, ou melhor dizer, não foi feita uma única imagem que possa dar sombra de uma pista sobre do que se tratava o evento.
Para terminar a grande, filmaram uma apresentação de fados, mas como o som devia estar muita mal, substituiram o som real por um fado gravado. Os únicos problemas, a meu ver, primeiro é que o fado que tocou-se no local e o que foi adicionado a posteriori não eram os mesmos, neste caso enquanto no vídeo aparecia-se a tocar e de bocas bem fechadas na banda sonora o “Zeca Afonso” cantava!?! Sim, se um cego ouvir nosso DVD vai pensar que o Zeca Afonso ressuscitou única e exclusivamente para apresentar-se no nosso encontro. Obviamente tamanha proeza não poderia se cingir a apenas alguns segundos de vídeo, quem montou aquela obra de arte fez questão de colocar a apresentação de todos os três fados (todos com banda sonora substituida), e no final, após a apresentação do último fado voltou ao som original para se ouvir as palmas da malta e os EfêErreÁs… Quando mostrei o DVD aos meus colegas, ficamos todos boquiabertos com tamanho profissionalismo!
Sim, já agora, para que não venham dizer, ah e tal, fazem o favor de vos gravar o evento e depois criticam, nos tivemos de pagar.
LOL
Se o Gefac não é secção da associação, então porque ainda está no prédio da associação? É correr com eles! Foda-se mew, o que esses gajos estão lá a fazer? Enquanto nós, uma das secções que mais trabalha neste academia, estamos espremidos numa sala emprestada (emprestada!!!) pelo andebol que nos pode despejar a qualquer momento e usamos um espaço precário no telhado, esses gajos tem um caralhão de salas que servem de depósito e bar???? Depósito é o gefac comprar uma carrinha velha, estacionar a porta da associação, uns tijolos no lugar das rodas e tá a andar o armazém dos figurinos, o bar está na porta da associação, ficam com uma sala, e é se querem, para administração e as demais salas vão para as secções da casa que precisam de espaço para trabalhar de verdade.
Só estou a ver o seguinte. O problema da AAC é mesmo complexo. Não quero estar aqui a apontar o dedo para uns ou para outros, mas vamos lá ver algumas coisas.
Porque as secções desportivas precisam ter tantas salas? Elas não possuem espaço no estádio universitário? Não existe lá espaço para guardar o material desportivo?
É incrível como a malta considera os espaços da AAC como seus tristes feudos particulares.
Quanto ao Gefac. Entendo que seja preciso espaço para as vossas actividades, mas para uma entidade que nem é uma secção da casa (algo que soube a ler este blog), poderiam ser mais humildes e ceder um pouco de espaço não aproveitado para as secções que são da casa, que tem actividades e que não possuem espaços dignos para trabalhar.
Sobre o bar nos jardins da associação que foi embargado pelo gefac. Os jardins da associação poderiam ter sido revitalizados e se tornado um espaço válido e sadio de convívio para a comunidade académica em vez de continuarem a ser um espaço abandonado que serve apenas para fumar charros. Só gostaria de saber da malta do gefac qual o motivo que vos passou pela cabeça para embargarem a obra, pois para quem ouviu o que ouvi pensa que era para os mesmos não perderem a funcionalidade actual.
Em resposta ao comentário de jacó do telhado e malato digo que: um organismo autónomo tem todo o direito de estar no edifício da a.a.c, seria como rejeitar os direitos da Madeira ou dos Açores. Existem grupos com necessidades maiores do que outros, obviamente. A sugestão do senhor jacó é deveras interessante, a ruc poe exemplo poderia alugar uma carrinha e colocar lá todos os seus discos, e o senhor jacó também poderia alugar uma, colocá-la em frente da sua casa, uns tijolos no lugar das rodas e meter lá todo o seu guarda roupa, assim quando precisasse de se vestir… Outra coisa, gostava que soubesse,malato, que os organismos autónomos não deixam, pelo facto de o serem, de pertencer à associação, e que alguns deles, senão todos, não recebem um tostão da D.G. Auto-financiam-se. O embargo da obra do bar no jardim aconteceu, por três motivos mais que razoáveis. Em primeiro lugar não havia licença camarária, em segundo os senhores do bar iriam provavelmente danificar o traçado do arquitecto António Viana Barreto, o mesmo do jardim da Gulbenkian, e isto não pode ser assim, como se costuma dizer, ” à padeiro”, em terceiro lugar, e aí novamente surge o pobre do gefac que parece que anda nas bocas do mundo. Essas obras propunham-se a colocar uma parede colada à janela da sala de direcção daquele organismo. Se lhe fizessem o mesmo no seu quarto… Bom ANO
Caríssimos,
Sobre as críticas ao trabalho da TV/AAC não me posso pronunciar, uma vez que desconheço o tema. Mas sou, genericamente, da opinião que nenhuma secção começou em grande, e deve ser dada oportunidade à TV/AAC para crescer. Naturalmente, não livre de críticas, mas críticas construtivas, que me parece não abundarem nestes comentários.
Quanto às Margaridas e aos Jacós, parece-me que deveriam seguir o meu conselho, e olhar mais para a vossa própria secção, em vez de tentarem deitar abaixo o trabalho de outros, ainda para mais com aparente desconhecimento absoluto. Meus amigos, não estraguem as boas relações entre as secções com comentários desse género, porque não é certamente assim que se resolvem os problemas da casa.
“Se o Gefac não é secção da associação, então porque ainda está no prédio da associação? É correr com eles!” Aparentemente, não só não sabes o que é e faz o GEFAC, como também nem sequer sabes o que são os Organismos Autónomos da AAC. Por acaso tens ideia da actividade produzida por GEFAC, CITAC, TEUC, etc? Os espaços que têm, conquistaram-no com o seu trabalho. Diria que tentes fazer o mesmo, já que és de “uma das secções que mais trabalha”. Se queres discutir espaços, acho muito bem, mas parece-me adequado deixar esse tipo de postura de “nós fazemos imenso e vocês não prestam para nada”.
Ao Malato, que me parece ter um mínimo de bom senso, o facto do GEFAC não ser secção e sim Organismo Autónomo, não me parece que o deva colocar numa espécie de patamar inferior, uma vez que faz um trabalho tão ou mais digno que qualquer outra secção.
Quanto a “ser um pouco mais humildes e ceder um pouco de espaço”, humildade não falta ao GEFAC, e como aliás já aqui foi referido por alguém que nem é seu membro, o GEFAC nunca teve qualquer problema em emprestar espaços, nomeadamente para servidores, bem como para ensaios. Empréstimos estes que, como facilmente se constata, equivalem a cedências.
E, claro está, concordo que à falta de espaço. O que não posso aceitar é que se faça bode expiatório do GEFAC pela falta de espaço, como se fosse possível resolver todos os problemas pilhando o GEFAC. Porque, quem conheça minimamente a casa, também poderia adiantar outras tantas secções que, dado o seu espaço, produzem muito pouco. Como é óbvio, e porque repudio esse tipo de atitude, não me cabe apontar quais, porque não faço de ninguém bode expiatório.
Claro está, uma coisa é emprestar um espaço, no quadro de boas relações entre secções e organismos. Outra é ceder esse espaço, e tal não será feito. Por um simples motivo, não é o GEFAC que vai abdicar dos seus espaços, fora duma discussão global sobre os espaços, que me parece justo que seja tida. Caso contrário, ficava o GEFAC sem espaços, sem que a situação geral se alterasse.
Quanto ao embargo à obra no jardim, caro Malato, a dita obra nem licença tinha, nem estava de acordo com o projecto geral definido para os Jardins (que não é da autoria do GEFAC). Parece-me lógico que se trave uma obra que, para além de ilegal, não foi discutida com ninguém da casa, nomeadamente, mas não só, com aqueles que levariam com ela em cima.
Alfredo Campos
Enfim, só para que não nos tentem passar por tolos.
Achei muito estranho que o post seja exclusivamente sobre o profissionalismo da TV/AAC e o circuito interno caríssimo que a DG instalou e curiosamente comecem a aparecer comentários que, primeiro, não tem nada haver com o assunto tratado no post, pois no post original não existe uma única linha a discutir espaços no prédio da associação, segundo, passam a atacar forte e feio o Gefac.
O que me está a parecer é que alguns, ou alguns a mando de um ou se calhar apenas um, está aqui a tentar atirar areia nos nossos olhos e desviar a atenção do circuito interno e da TV/AAC para o Gefac que parecem/parece querer usar como bode expiatório.
É curioso ainda notar que o ataque ao Gefac agravou em muito após o Alfredo Campos ter escrito:
“Naturalmente, não sendo eu membro da TV, (…), mas permito-me desconfiar das opiniões relativamente ao seu presidente, que de resto conheço há bastantes anos.”.
O que é isso? Retaliação por parte da direcção da TV/AAC? A TV/AAC anda a cobiçar o espaço do Gefac?
É muito triste acompanhar a vilanagem que parece existir dentro desta academia!
Se o Gefac tem o seu espaço, muito provavelmente é porque o conquistaram por mérito! O uso que o dão, é um assunto interno e nem a TV/AAC nem quem quer que seja tem algo haver com isso.
Há um imenso problema de falta de espaço nesta associação, mas não é expulsando o Gefac que isso se vá resolver! Alias, estranho mesmo é que ninguém neste fórum tenha se quer sugerido para se encerrar o bar da aac, levantar umas paredes e instalar as secções sem espaço! E porque? Se um organismo autónomo da AAC tem menos direitos que as secções se calhar o InTocha terá mais?
Então que o bar passe para o Jardim e o espaço do bar torne-se espaço útil das secções!
Eu até sou favorável que o bar passe para o Jardim, pelos mesmo motivos do “Malato”. “Completamente Contra”, vamos lá ver uma coisa, o jardim pode até ser do António Viana Barreto, que desconheço por completo quem seja, e então? Prefiro que o jardim passe por uma modificação completa feita por um recém formado em arquitectura do que continue sendo o jardim dos charros para a memória ou satisfação do ego de um arquitecto qualquer.
Quanto a TV/AAC. Propriamente não conheço a secção muito bem, apenas pelo pouco que se vê. Mas se aquilo que está se vendo nas TV´s é a produção propriamente dita, ficam já a saber que está muito aquém das expectativas.
Pois, o que me parece é que a tvaac quer ficar com o espaço do Gefac a todo custo!
Mas o que é a tvaac comparada ao gefac?
É muito esquisito a direcção da TV AAC não vir aqui justificar-se. Quem cala consente? Ou será que o seu presidente, Ricardo Matos, só sabe intervir (para o protagonismo) nos Conselhos Culturais?
Se quiserem entender o que é uma TV universitária vejam a TUBI: http://www.tubi.ubi.pt/
“A TUBI – Televisão Universitária da Universidade da Beira Interior. O canal tem distribuição de sinal através de um circuito interno e funciona como laboratório para os alunos da licenciatura em Ciências da Comunicação.
Já era assim no passado. Não é de agora…
“TV AAC
Já estou enjoado de ver o pseudo-trabalho dessas sanguessugas da TV AAC na parede do edifício: eu também sei sacar uma piaditas da net e pôr umas letras a mexer em flash… e se for preciso peço um data-show emprestado ao IPJ também!
Porra… Comunas de merda: andam há 6 anos a coçar os tomates com esta história, estão exactamente onde estavam, e de vez em quando montam este circo para sacar uns bilhetes para a Queima e para a Latada, e umas épocas especiais.
A ver se agora que são pró-secção (como é q estes inúteis têm direito a sala quando há tantas “secções-de-facto” que não têm?) começam a aparecer uns sócios-seccionistas que exijam eleições e tirem estes chupistas aproveitadores dali com uma equipa que faça coisas. REALMENTE!!! …mas com gente desta laia eleições é uma palavra complicada…
Sai um ÉFE-ÉRE-Á para a AAC, dita a maior associação de estudantes da Europa e a mais antiga de Portugal, que em seis (6) anos não conseguiu fazer o que a TUBI (Televisão Universitária da Beira Interior) fez em dois (2)!!! (Começaram bem depois de nós e já há muito que têm emissões regulares!!!…)
…e, por favor, não me venham com a triste história do dinheiro porque na TUBI também se fez tudo sem dinheiro: são os chamados “apoios”, “protocolos de cooperação”, “patrocínios”… em suma: mexer o cu e trabalhar.
Palhaços, pseudo-pensadores-e-nada-de-trabalhar da merda.
Ahhh…. Sinto-me muito melhor… 🙂 “
Não é só este blog que critica a TV AAC. Vejam:
Parabéns aos administradores deste espectacular blogue.
Ass: Karma Sutra
okay bom blogspot