O menino de ouro. Parte VII.

Já estávamos com saudades do engenheiro, aquele que achou que era melhor ser engenheiro do que não ser.
Ele, Hegel e a feitiçaria das palavras.
“Eu já tentei ler o Hegel, mas sempre achei que o problema era meu até ler o Popper. A Ética do Hegel é uma coisa insuportável. Não se percebe nada! E então o Popper diz assim: «olhe, se você foi um dos leitores que já tentou ler o Hegel e se deparou com aquelas expressões – o belo – com bê grande, você compreenda, é que ele (Hegel) também não sabe o que quer dizer». É apenas feitiçaria com as palavras”.


