O Saldo que hoje aqui apresentamos mais que um investimento na AAC, é um investimento na qualidade de vida da cidade de Coimbra, numa época onde se torna tão difícil para Coimbra rivalizar com as grandes cidades portuguesas e europeias, a oferta de formação cultural, desportiva e cívica disponibilizada pela AAC e apoiada e financiada incondicionalmente pela Queima das Fitas, afigurara-se como factor diferenciador de Coimbra, promovendo a fixação de pessoas na Cidade dos Estudantes”.
Foi assim que Nuno Pais e os seus colegas apresentaram os resultados da última edição da Queima das Fitas, a gestão mais eficaz de sempre.
O resultado liquido ultrapassou 1 milhão de euros. € 961.071,04 desse milhão foram distribuídos pelo Conselho de Veteranos, DG/AAC, Conselho Cultural, Conselho Desportivo e apoio a projectos a entidades (cerca de 63) da AAC. Por isso, o verdadeiro saldo final são 50 mil euros – que transitam para a Queima das Fitas 2009 (representam o fundo maneio para a próxima Festa).
Muitos eram apologistas que não se devia anunciar publicamente o “lucro” da Queima, o tal milhão, para a AAC não ver fechadas as portas a apoios institucionais. Convém referir que o resultado liquido não é o saldo final, o investimento feito na AAC era premente.
Não vemos razões para não se tornar público tamanho feito e sucesso. Todos os que trabalharam para esta Queima das Fitas estão de parabéns e a Academia de Coimbra não pode esquecer a gratidão. Todo o esforço e seriedade desta equipa vem possibilitar novos voos para continuar a prestigiar a maior Associação de Estudantes do país (e para nós do mundo!).
Um abutre vereador
O vereador Marcelo Nuno já lançou as garras e referiu que “faz sentido começar a cobrar taxas a estas instituições, mesmo tendo em conta o apoio social que fazem”. Referia-se à Queima das Fitas. Legalmente pode não ser possível, caro Marcelo. O evento detém o mesmo número contribuinte da AAC e, ao que parece – segundo a lei, não se cobram taxas a instituições de utilidade pública. A AAC é uma dessas instituições.
Aconselhamos o vereador a trabalhar mais, a ser criativo na poupança, a fazer menos empréstimos para a CMC e não ir aos bolsos de quem, de uma forma exemplar, tenta obter – consecutivamente – a gestão mais eficaz de sempre.