Denúncia Coimbrã

A DG AAC 08 na hora de despedida.

André ladeou-se, entre outros, com Pedro Simões (administrador) e Jorge Serrote (vice-presidente) e fez um mandato único. Estes dois últimos elementos, cruciais no sucesso da Queima das Fitas 2007, foram peças fundamentais para o excelente trabalho de André Oliveira. Arriscamos a dizer que foi a melhor equipa de trabalho da última década, principalmente pela aproximação às Secções (desportivas e culturais) e pela corajosa “lavagem” de alguns vícios duvidosos que estavam instalados na AAC. André Oliveira, hirto nas suas decisões, soube romper com a inércia e a médio prazo os resultados serão francamente visíveis.

André Oliveira foi sucessivamente atacado, principalmente pelo Conselho Cultural, por ter tido preferência em trabalhar com as Secções Desportivas. Esses ataques não têm qualquer significado e reflectem a visão de uns quantos inertes que invejam o dinamismo dos colegas de Desporto. Alias, se analisarmos o espectro das pessoas do Plenário das Secções Desportivas advínhamos um dinamismo alicerçado pela entrega aos valores da AAC. São mais HOMENS, portanto. E os HOMENS, diferente dos ratos, lutam pelos ideais que acreditam, ultrapassam obstáculos, esgrimam o confronto com o respeito pela diferença e competem com ambição q.b. Alem da atitude, que já é marca no Brio(sa) da AAC, as Secções Desportivas são viveiros de campeões de grande nível.

São muitos os feitos desta DG 2008. A Medalha Honorifica entregue pela UC foi um premio justo, há muito merecido, mas entregue em boa hora e nas mãos de quem geriu exemplarmente um ano na vida da AAC.

No campo desportivo esta DG reabriu o emblemático Campo de Santa Cruz, homologou uma PRO-Secção (Bilhar), trabalhou no estatuto do Atleta Estudante e, juntamente com o Conselho Desportivo, elaboraram uma mega campanha de marketing eficaz que só enaltece a AAC.

Na cultura alojaram Secções que não tinham espaço de trabalho, ajudaram na alteração do Regulamento Interno do Conselho Cultural e o Pelouro da Cultura soube espevitar Secções adormecidas.

Na área social foram mais que muitas as iniciativas. Destaque para campanhas de solidariedade, abertura da AAC à sociedade civil (da penitenciaria à Casa dos Pobres, passando pelas ruas da cidade com iniciativas visíveis) e a criação do Gabinete de Empreendedorísmo.

Na politica de educação a DG 08 evitou, e bem, o histerismos das manif´s dos esquerdistas da nova vaga (a do vazio). André Oliveira primou pela criatividade e irreverência coimbrã, passeou-se com uma vaca magra no cortejo da Festa Académica. Brutal, no mínimo. Julgamos que o chapadão teve muito mais impacto.

Estas, e muitas outras, acções desta DG foram meticulosamente preparadas para terem visibilidade nos media. André Oliveira muniu-se de pessoas eficazes, discretas, e pôs a funcionar um gabinete de comunicação que soube inscrever o nome da AAC nos títulos dos jornais. O jornal As Beiras, por exemplo, escreveu mais sobre a AAC numa semana que o jornal A Cabra (jornal da Academia, pago pela Academia e propriedade da AAC) em todo o ano.

O silenciamento às actividades realizadas na AAC, por parte do jornal A Cabra, é tanto que até assusta. Vingançazinhas de merda feitas por gente demasiadamente preocupada em ter o umbigo nos olhos. Compreendemos que um jornal não deve  servir para propaganda, muito menos é um sítio de notícias pedidas, mas silenciar e rejeitar os colegas revela bem a atitude de quem é capaz de cuspir no prato que come. Sim, a Secção de Jornalismo (A Cabra) é uma das que mais recebe na actual atribuição de verbas. O que vai para eles não vai para os que silenciam. Cresce a arrogância e o umbigo, decresce a atitude e o verniz vai estalando.

A cereja podre no bolo
Nem tudo foram rosas na DG presidida por André Oliveira. Nunca entendemos a atitude desta DG para com o circuito interno, gerido pela tvAAC. No ano anterior foram ferozes críticos à DG, presidida por Paulo Fernandes e administrada por Hugo Julião, por tal “dádiva” (custos e etc). No ano que foram DG, pactuaram com a “marosca”. Pior, viram rebentar com um projector – um outro papa gordura nas cantinas – e os monitores estão constantemente ligados quando não se vê passar conteúdo. Para agravar ainda ajudaram a financiar, com mais 2 mil e tal euros, a extensão do circuito interno para o Pólo II. Para nada passar, portanto. Até podem fazer esses investimentos mas que os desliguem quando não têm emissão. Ou seja,…topas?

A ainda DG despede-se com uma Magna. Pelas 22:00 H, na Cantina dos Grelhados, será conhecido o relatório de contas AAC 2008.