Os machos das cabras são os…
Não é novidade nenhuma que o jornal A Cabra, propriedade da AAC e gerido pela Secção de Jornalismo, nutre um especial ódio pelas actividades dos colegas das outras Secções. Silencia, despreza e tem um comportamento que nada tem a ver com o jornalismo , que é informar. Estudantes de jornalismo, e outros, que pensam que já são jornalistas, não fazem mais do que elaborar o seu porterfóliozinho noticioso para irem bater à porta dos jornais quando acabarem os seus cursos. As noticias da Academia não lhes interessa. O que lhes convém, pensam eles (e mal), é escreverem o que todos os outros jornais informam: as noticias da actualidade nacional e internacional. Isto para se masturbarem com as suas prosas e juntarem ao seu dossierzinho para irem bater portas.
São muitos os exemplos que podiam argumentar tal constatação. Tantos que ocupavam demasiado o nosso espaço que pretende ser clean e não maçador. Mas, importa realçar que na edição anterior, nº 212, fazem uma big reportagem sobre as Associações de Estudantes nacionais e ignoram a mais prestigiada: aquela que fica a um metro deles. Inqualificável, rancoroso, mau jornalismo, pedantismo e, pior que tudo, agem de má fé. Pensam eles que o jornalismo é o 2º poder. Digo a esses cérebros pedantes e maus, no verdadeiro sentido das palavras, que o jornalismo quando se amantisou com o poder (já faz algum tempo) passou a ser um poder de merda. Confundem o acto de informar com o acto de vingar. Por isso, estes pseudos jornalistas da Cabra vão ser, como disse um ilustre sócio da AAC, umas novas Manuelas Moura Guedes da comunicação social.
Reagem à critica com a exortação da censura e de um lápis azul que está espetado no umbigo deles. Na verdade, tal reacção demonstra o que se passa dentro de portas. O regulamento Interno da Secção de Jornalismo (até pouquíssimo tempo) vai contra os estatutos da AAC, pois prevê a expulsão de sócios (um tal artigo 8º). Ora, quem pode expulsar sócios das Secções é o Conselho Fiscal da AAC. Mais, o clima é assim: os colaboradores d´A Cabra não podem ter amigos na Direcção Geral, não podem ser amigos da Secção de Fotografia porque também têm fotografia e o rol continua, ficamos por aqui. Estas atitudes, bem ao jeito da ortodoxia da JCP (instalada na sala), é que são reprováveis. Ainda mais assentam cú no Edifício onde alojou os primeiros gritos sérios de liberdade.
Na recente edição fazem um suplemento pago pela Queima das Fitas e, logo a seguir, a Comissão Organizadora leva malha vingativa com moralismos esquisóides típicos dos meninos de esquerda. Além de não informarem as actividades da Queima, bem como das actividades das outras Secções, cospem na cara de toda a Queima com um cartoon ridículo. E ainda recebem dinheiro.

Pior que tudo, desculpam-se com a isenção e independência para justificarem a sua maldade e vingança.
Na Padre António Vieira há quem sirva a AAC. Na mesma Padre António Vieira há quem se sirva da AAC. Os elementos da actual A Cabra servem-se da AAC.
Paulo Abrantes




Caro Paulo
Confesso que depois de dois anos na DG/AAC ja nada me espanta.
Mas deixa-me partilhar ctg, que hoje é um dia feliz para mim a Queima das Fitas apareceu nesta edição da Cabra 3 vezes.O que já são mais 3 do que na ultima edição, e se não me engano deverão ser mais 3 referencias do que na PROXIMA!
Bem que seja.
Então a queima foi referenciada:
Uma com um suplemento pago.
Outra num cartoon que em tudo dignifica os estudantes e AAC (que nem ouso comentar)
E por fim num termometro a descer que bem ou mal…olha fala da Queima.
Por isso Paulo como se diz por aí: “as atitudes ficam com quem as toma…”
Abraço, e vamos lá juntos fazer uma grande Queima da Fitas
Têm sido edições um quanto ou tanto parciais (…), uma prática/posição conhecida por todos, já decorrente e costumeiramente assumida, o mesmo ao espectro político assente naquela redacção, com acções a relembrar as purgas!!(…)
A constante preferência de referenciar todos os problemas e falhas cometidos pela DG/AAC têm sido de tal modo absolutos que grande parte da massa académica têm como imagem da A Cabra como o jornal que diz mal (e quase apenas mal,…se não mesmo só) da DG/AAC, os sucessos são camuflados pela referência na Cabra online, ou não referenciados por não ir ao encontro da linha editorial. Isto para não falar na fraca colaboração existente com as secções culturais, e rediculosamente insistirem em equipas de fora enquanto se podia usar as prata da casa…
Tudo isto é uma pena, pois pessoalmente até gosto de partes do trabalho por eles realizado, pena é esta atitude independentista.
eu acho que o cartoon tá muita porreiraço! mas eu sou suspeito.
Mas a Cabra é mesmo um Jornal dos estudantes, para os estudantes sobre os estudantes? É que se for, algo está mesmo mal.
Eu como estudante mediano, não me vejo representado no jornal a Cabra. Através d’Cabra eu não sei o que está a acontecer na Associação Académica ou na Academia. Quais actividades são efectuadas pelos Organismos Autónomos e Secções? Quando são os cursos de culinária da secção gastronómica? Quando são as apresentações do Gefac? Os cursos de Yoga são quando? Os direitos humanos estão a efectuar alguma formação? É que p’la Cabra eu não sei!
A Cabra não está a informar, está a divagar através de reportagens snobs para um público de possíveis interessados em recrutar jornalistas alienados…
Lembra-me um caso a uns tempos sobre um tal suplemento da crise do Darfur… Qual o interesse dos estudantes medianos pela crise do Darfur? Principalmente os estudantes medianos que estão a cada dia mais a ser afectados pelos problemas actuais, em Coimbra, na academia.
Crêem que os estudantes medianos vão fazer algo pelo Darfur, quando é uma luta diária estarem no ensino superior? Tendo de ter empregos fora das horas normais, dificuldades económicas cada vez maiores? Em que mundo os senhores pensam que vivem? É que esse desprezo pelos estudantes medianos e seus problemas é de tamanho egoísmo e arrogância que gostaria de saber se os iluminados da Cabra são estudantes de facto.
Se a Cabra é sustentada pelo dinheiro que a secção de jornalismo cria, neste caso a linha editorial é um problema da secção. Agora, se a cabra é paga pela Associação, então, das duas uma: ou pelo menos 1/3 da Cabra passa a ser dedicada a Académia ou a secção de jornalismo passa a pagar a 100% e decidir a linha editorial como quiser.
Não é uma questão de colocar amarras a imprensa. Mas é apagar a fogueira das vaidades que está a ocorrer dentro daquela secção.
Eu, estudante mediano, assim o exijo!
As cabras e os machos assim babados,
Que da acidental masturbação intelectual que por ali emana,
Por bares nunca de antes masturbados,
Passaram ainda além da malta DGciana,
Em umbigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota enganaram
Todo o Reino, que tanto enxovalharam;
E também as memórias ingloriosas
Daqueles gays, que foram chulando
A AAC, o Conselho Cultural, e a Queima das Fitas,
Da má prática e com azia andaram mamando;
Aqueles, que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando;
Cantando rejeitarei “A Cabra e os seus machos” por toda parte,
Se a tanto me ajudar o empenho e arte.
Meus amigos estes chulos deviam pagar para publicarem a bela merda que fazem, não os deixem continuar a chular as outras secções que realmente trabalham e apoiam a AAC pois estas merecem que estes badamerdas sejam escorraçados.
Estes cabrões têm de ser postos na alheta!
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