São muitos os exemplos que podiam argumentar tal constatação. Tantos que ocupavam demasiado o nosso espaço que pretende ser clean e não maçador. Mas, importa realçar que na edição anterior, nº 212, fazem uma big reportagem sobre as Associações de Estudantes nacionais e ignoram a mais prestigiada: aquela que fica a um metro deles. Inqualificável, rancoroso, mau jornalismo, pedantismo e, pior que tudo, agem de má fé. Pensam eles que o jornalismo é o 2º poder. Digo a esses cérebros pedantes e maus, no verdadeiro sentido das palavras, que o jornalismo quando se amantisou com o poder (já faz algum tempo) passou a ser um poder de merda. Confundem o acto de informar com o acto de vingar. Por isso, estes pseudos jornalistas da Cabra vão ser, como disse um ilustre sócio da AAC, umas novas Manuelas Moura Guedes da comunicação social.
Reagem à critica com a exortação da censura e de um lápis azul que está espetado no umbigo deles. Na verdade, tal reacção demonstra o que se passa dentro de portas. O regulamento Interno da Secção de Jornalismo (até pouquíssimo tempo) vai contra os estatutos da AAC, pois prevê a expulsão de sócios (um tal artigo 8º). Ora, quem pode expulsar sócios das Secções é o Conselho Fiscal da AAC. Mais, o clima é assim: os colaboradores d´A Cabra não podem ter amigos na Direcção Geral, não podem ser amigos da Secção de Fotografia porque também têm fotografia e o rol continua, ficamos por aqui. Estas atitudes, bem ao jeito da ortodoxia da JCP (instalada na sala), é que são reprováveis. Ainda mais assentam cú no Edifício onde alojou os primeiros gritos sérios de liberdade.
Na recente edição fazem um suplemento pago pela Queima das Fitas e, logo a seguir, a Comissão Organizadora leva malha vingativa com moralismos esquisóides típicos dos meninos de esquerda. Além de não informarem as actividades da Queima, bem como das actividades das outras Secções, cospem na cara de toda a Queima com um cartoon ridículo. E ainda recebem dinheiro.
Pior que tudo, desculpam-se com a isenção e independência para justificarem a sua maldade e vingança.
Na Padre António Vieira há quem sirva a AAC. Na mesma Padre António Vieira há quem se sirva da AAC. Os elementos da actual A Cabra servem-se da AAC.
Paulo Abrantes