O mundo subterrâneo de W. Eugene Smith

“Quando Eugene se mudou para o Arizona, em 1978, meses antes da sua morte, os seus 59 anos mais pareciam 90. O seu corpo tinha sido consumido pelo álcool e pelas anfetaminas. Nos 13 anos que levei a pesquisar sobre Eugene, ficou claro para mim que a única coisa que ele fez em toda a sua vida foi trabalhar”, conta Sam. Num dos suportes multimédia da exposição, vê-se um W. Eugene Smith grisalho e barbudo a fazer um balanço de carreira numa conversa com um repórter de uma estação de televisão norte-americana. Depois de falar dos horrores que viu na guerra e da complexidade das pessoas que fotografou, Eugene resume a sua relação com o trabalho: “É difícil… mas a fotografia nunca me desapontou. Considero-me um idealista, vivo atormentado e dividido entre a atitude do jornalista, que regista os factos, e a do artista, aquele que muitas vezes vive em conflito com os factos.

in Público, Ler mais…

This entry was posted by Paulo Abrantes.

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