A potência de existir

Há exactamente 5 anos, a 1 Novembro de 2005, Michel Onfray escreveu isto no seu Manifesto Hedonista – A potência de existir:

Sereno, sem ódio, tendo deixado de parte o desprezo, afastado de qualquer desejo de vingança, indemne a qualquer rancor, informado sobre a formidável poder das paixões tristes, desejo unicamente a cultura e a expansão dessa potência de existir, segundo a feliz fórmula de Espinosa, encastrada como um diamante na sua Ética. Só a arte codificada dessa potência de existir consegue curar as dores passadas, presentes e aquelas que estão por vir”.

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This entry was posted by Paulo Abrantes.

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