O voto que é não votar

O Lóbi do Chá tem uma prespectiva lúcida da cena.

Anúncios
This entry was posted by Paulo Abrantes.

2 thoughts on “O voto que é não votar

  1. FAZ DA ABSTENÇÃO A REVOLUÇÃO, não votes.

    REVOLUÇÃO PASSO A PASSO ATÉ AO DIA DAS LEGISLATIVAS.

    Os conceitos de “esquerda e direita” estão ultrapassados…remontam ao séc.XIX.
    Urge renovar a política

    Se antes de 74 éramos livres de votar, mas só o podíamos fazer num partido, hoje somos livre de votar, mas só o podemos fazer em partidos, urge lutar pelo direito de votar fora dos partidos.
    Urge implementar uma democracia directa, onde votemos em pessoas, pessoas essas apoiada pela sociedade, partidos políticos, associações ambientalistas, movimentos pró vida, Umar, etc
    Precisamos refundar a revolução francesa, igualdade, solidariedade e fraternidade, tal só será possível numa democracia directa, com o povo a eleger o povo, com o povo a dizer sim e não, com o povo a escolher.
    Alterar a lei eleitoral sem implementar uma democracia directa continuará a ser um atraso civilizacional.
    Ou seja, o facto de termos conquistado o direito ao voto em mais que um partido e dessa conquista se ter estendido às mulheres não impede que lutes pelo direito de votar fora dos partidos.

    Votar é continuar a repetir os erros do passado, é fazer um esforço para mudar as mosca e continuarmos a conviver com o mesmo cheiro.

    Numa democracia directa não se extinguem partidos, sindicatos, associações, etc, apenas passam a estar em pé de igualdade com uma mera associação de moradores de um canto qualquer de Portugal, os partidos deixam de ter o monopólio da governação, da contestação e do pensamento.

    Hoje vemos é as associações a serem manobrados pelos partidos ou a delas se aproveitarem para seu beneficio, como vemos também associações que proliferam em períodos específicos em que por de trás delas estão organizações politicas, em que os lideres dessas associações ou são encomendas das máquinas partidárias ou espreitam para dentro das mesmas.
    Se andares atenta aos movimentos associativos aqui no face verás que muitas deles estão a ser lideradas por gente ligada à oposição, depois de eleito o partido da sua cor são agraciadas pelo partido com um cargo de nomeação e mais uma vez os associados se vão sentir traídos.
    E não te esqueças, de entre esses também existem os falsos profetas da democracia directa.

    Sucede porém, que havendo democracia directa o peso dos partidos na sociedade ou numa assembleia é residual, os sindicatos terão mais credibilidade mas menos poder político, outros movimentos como os ambientalistas, direitos dos animais, umar, movimentos pró vida, etc crescerão imenso, mas basilarmente todas as associações passarão ter mais influencia na eleição de cargos políticos ou de governação…..
    As pessoas tem hoje o direito de se associarem, mas uns têm mais direitos que outros.

    Numa democracia directa cada candidato é uma cabeça cada eleitor uma sentença, no actual sistema votas em cinco cabeças “PS, PSD, CDS, BE,PCP” e sentencias uma….

    Ou seja, no actual sistema, as ideologias são prisioneiras dos partidos e os mesmo cárceres do livre pensamento.

    A ABSTENÇÃO.

    SEGUNDA-FEIRA, 17 DE JANEIRO DE 2011

    Palavras de Marcelo Rebelo de Sousa

    “Ele afirmou que um Presidente será sempre eleito. Verdade, só que se for eleito, com uma expressão de votos entrados nas urnas inferior a 50%, será um Presidente ilegítimo democraticamente.
    Este é o factor político determinante destas eleições. Finalmente os portugueses terão a oportunidade de colocar o regime em questão.”

    No entanto fez um apelo ao voto útil em Cavaco.

    Ora, o nosso maior órgão de soberania é a Assembleia da republica, pelo que com uma abstenção nas legislativas superior a 50% não poderá ser nomeado governo…..

    Como podes depreender os inimigos da Abstenção são os partidos, no seio dos quais não faltam os arautos da manipulação do regime e do voto.

    O medo da Abstenção, induz à manipulação através da Mentira.

    Marcelo, Cavaco, Seguro, Jerónimo, Portas, Passos, e todos aqueles que sofrem de cegueira partidária e vivem encostados aos tachos da política tudo farão para convencer os portugueses a votar neste sistema, sempre estiveram, estarão e estão preocupados com a Abstenção e farão apelos ao Voto útil.
    Eles assumirão o seu estatuto, de grande fazedor de opinião, do actual regime.
    Marcelo, classifica a Abstenção de atitude dos incapacitados e desinteressados …
    Marcelo é inteligente e sabe perfeitamente, que está a tentar manipular pela mentira.
    Nega um direito de oposição ao regime, porque está amedrontado com o descontentamento popular e a sua natural consequência, a Abstenção.

    AINDA SOBRE A ABSTENÇÃO;

    CAUSA DA ABSTENÇÃO;
    Desagrado pelo sistema de votação vigente e/ou modelo de Democracia.

    SIGNIFICADO DA ABSTENÇÃO
    Definição de Abstenção
    Classe gramatical de abstenção: substantivo feminino.

    1. privação de algo: abstenção de beber

    2. recusa em votar ou participar numa assembleia: dez votos a favor, dois contra e três abstenções, por assimilação, recusa em participar na corrupção.

    Citações com Abstenção
    “Há duas classes de homens: uma diz que o esforço consiste de acções, e a outra, na abstenção de acções”
    Ora, uns agem votando, apoiando a corrupção, outros fazem precisamente o contrário.

    Frases com Abstenção na comunicação social.

    Nas eleições dos últimos anos, líder cubano tinha votado em casa. Oposição boicota escrutínio. Dissidentes apelam à abstenção ou voto branco. Raul Castro deve ser reeleito.
    Público, 04.02.2013

    Será que aqueles que não votam o fazem por mera preguiça ou por estarem desacreditados deste modelo de democracia partidária?
    Eu acredito que pela segunda hipótese, no entanto, a verdade é que nunca viram um movimento que usasse a abstenção como um meio para atingir um fim, facto pelo qual parecem desinteressados dos destinos da nação.
    Mas não é verdade, agora eles têm um propósito, a oportunidade de se servirem da abstenção como um meio para atingir um fim “DEMOCRACIA DIRECTA”
    Nas próximas legislativas, ao sairmos à rua pela mão deste movimento talvez mudemos de opinião ou tenhamos a certeza que afinal todo o abstencionista esperou anos por acção, esperou, acto eleitoral após acto eleitoral uma oportunidade para se manifestar e vejamos nessa altura o verdadeiro rosto da abstenção.
    Creio que o tempo se aproxima, que no dia das legislativas a abstenção sai à rua, terá rosto, propósito e não mais será silenciada com as meras justificações que quem não vota o faz por preferir o sofá ou a paria.
    Atrevo-me a dizer, que nesse dia são muitos os que votam para conquistarem um lugar durante uma legislatura no sofá ou na praia.

    QUANDO VOTAS, AS PROBABILIDADES DE ELEGERES ALGUÉM HONESTO SÃO ESCASSAS.

    O SISTEMA APOIA QUEM ROUBA!

    “A OCASIÃO FAZ O LADRÃO”
    Vou explicar porque voto na abstenção:
    Entrega 120 mil milhões de euros a pessoas da tua confiança, que os governem com as actuais regras com os políticos nos desgovernam, imunes à justiça…
    sabes o que acontece?
    A tentação será enorme, vão roubar-te, mentir-te, enganar-te….
    Sabes porquê?
    Porque nada podes fazer contra eles, este sistema é assim, elejas quem elegeres vais entregar o ouro a quem legitimamente te pode roubar e enganar….
    Eu não votoaté mudarmos de sistema eleitoral, queremos democracia directa…..
    Acredita, votas e eleges ladrões, não que, não sejam boas pessoas, no entanto se te roubarem nada podes fazer, e eles roubam, está à mão de semear e tu nada podes fazer para os impedir, eles roubam porque as regras o permitem, roubam porque a lei não os castiga……
    Abre os olhos.

    Ao votares concordas com o actual sistema,
    Não podes ser contra esta ditadura partidária e votares.
    Não podes ser contra os bancos e a favor de partidos…

    O VOTO EM BRANCO.

    O Voto em branco desde a última alteração constitucional passou a ter a mesma leitura do voto nulo. E Porquê?
    Por volta de 2002 a 2004 o prémio Nobel José Saramago em diversas entrevistas “comunista desde tenra idade e assim morreu” apelou e manifestou que os portugueses deviam votar em Branco…
    Ora, ele teve esse comportamento porque até aquela data o voto em branco era considerado um voto de protesto ao sistema, tal apelo incomodava os políticos…
    Qual a solução arranjada pela Assembleia da Republica?
    Em 2005, todos os partidos sem excepção votaram a favor da alteração constitucional, alterando assim a leitura de protesto do voto em branco e dando-lhe o mesmo valor do voto nulo. Em suma, votar em branco ou nulo é não saber votar…
    Nem tu, nem ninguém pode dar um sentido diferente ao voto daquele que a lei prevê.
    repara que para se fazer uma alteração constitucional é preciso uma maioria de 2/3

    Se votas concordas com o sistema.

    COMO CONSEGUIR DERRUBAR ESTE REGIME E IMPLEMENTAR UMA DEMOCRACIA DIRECTA.

    Começo por fazer uma alusão histórica.

    REPARA NAS SEMELHANÇAS!

    A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido republicano Português que, no dia 5 de Outubro de 1910,destituiu a monarquia institucional e implantou um um regime republicano em Portugal.

    A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da familia real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de joão Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia portuguesa do qual os defensores da republica, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, o partido republicano apresentava-se como o único que tinha um programa capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.

    Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de Outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da constituição que deu início à Primeira republica.

    E HOJE!

    Portugal está subjugado aos interesses do neo capitalismo, das multinacionais, os lucros desmesurados do capital impostos pela escola de Chicago por onde orbita a nova ordem mundial, os gastos exorbitantes da classe política, o poder da maçonaria, a instabilidade política e social, o sistema de alternância entre dois partidos no poder (os PSD, PSD/CDS e o PS), a ditadura de económica desta aliança PSD/TROIKA/CDS, o regabofe para amigos e compadres, a corrupção que deveria ser um crime constitucional e imprescritível, etc.
    Tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da actual democracia portuguesa, digo, democracia partidária.

    QUAL O CAMINHO?

    Somos já cinco os movimentos que em breve reunirão unidos no propósito da abstenção como forma de derrubar esta democracia partidária.

    Quando houver legislativas faremos campanha.

    É LEGAL APELAR À ABSTENÇÃO?

    É, e porquê?

    Conforme a actual CRP (Ninguém pode ser perseguido por causa da sua orientação política) estamos a lutar por um país mais livre, contra a ditadura partidária e por democracia directa.
    Ora, apelamos à abstenção com um propósito politico.

    No dia das legislativas, saremos à rua, seremos centenas de milhares a comemorar a vitória da abstenção, levaremos cartazes a apelar à democracia directa, exigiremos a condenação dos corruptos, lutaremos até à vitória final.
    A maioria, a larga maioria não votou ” GANHAMOS”.
    Os portugueses querem democracia directa.
    A abstenção foi planeada, tem um objectivo, derrubar esta ditadura partidária e implementar democracia directa.
    Houve propósito, intenção, o povo não aceita este modelo, exige mais democracia, não votaram conscientemente, fizeram-no de forma democrática com o intuito de alterarem este modelo que os rouba, mente, espolia, ignora, escraviza e vende.
    Terá de ser nomeada uma Assembleia Constituinte, faremos a nossa democracia, somos homens, somos mulheres, somos capazes.
    O Exército estará connosco.

    PORQUE ESTARÃO CONNOSCO OS MILITARES?

    E porque não age o exército agora? Não o pode fazer, a luz da constituição seria um golpe de estado condenado pela UE, EUA e outros países democráticos.

    MAS;

    No entanto, logo a seguir às legislativas, se obtivermos mais de 50% de abstenção e sairmos à rua às centenas de milhares a exigir democracia directa, o exército agira em defesa da constituição, do povo e da democracia directa.
    Acreditem, os militares esperam uma oportunidade para agir e nós vamos dar-lhe essa oportunidade, não votaremos nas eleições legislativas e sairemos à rua clamando igualdade, fraternidade e solidariedade..
    Queremos democracia directa, o povo é quem mais ordena.

    Porque será legitima a acção do exército a seguir à legislativas?

    Os militares fizeram juramento de Bandeira, juraram defender a constituição, o povo e a Pátria.
    Ora, Logo o primeiro artigo da constituição diz que o povo é soberano, se a maioria não votou e o povo está na rua reclamando o fim da partidocracia e exigindo democracia directa e o direito ao voto fora das estruturas partidária.
    Ora à luz da constituição a acção do e exército já não é um golpe de estado e sim o cumprimento dos preceitos constitucionais, O POVO É SOBERANO.

    Repara, que em todos os actos eleitorais operados antes de 1974 a maioria das pessoas que tinham direito ao voto “Homens com mais de 21 anos” votaram, MENOS nas últimas eleições antes do 25 de Abril, nessa altura os militares tiveram a percepção que o povo estava com eles.
    se o povo não tivesse saído à rua teria havido um banho de sangue entre os militares revoltosos e os militares leais ao regime.

    POR ULTIMO:
    DISSERTAÇÃO SOBRE DEMOCRACIA DIRECTA.
    Exponho aqui uma conversa entre mim e Miguel campos, pela primeira vez colocarei em publico algumas ideias sobre um modelo de democracia directa.

    Caro amigo.
    Sinto-me tentado num primeiro impulso a concordar convosco enquanto movimento cívico. No entanto, concordando genericamente com o vosso manifesto, sou a referir que do que li algumas dúvidas se me põem.
    São um movimento anarquista? Que soluções preconizam na gestão da causa pública? Porque a meu ver, fácil é criticar e temos nessa matéria razões de sobra mas mais difícil, é encontrar formas de nos organizarmos socialmente de maneira a encontrarmos soluções para os problemas comezinhos do dia a dia.
    Porque, se a resposta à pergunta que em cima formulo for negativa, que tipo de resposta política sugerem? São de esquerda e preconizam intervenções de carácter colectivista ou pelo contrário são ultra liberais e consideram que ainda vivemos numa sociedade demasiado espartilhada por rituais convencionados pela direita europeia?
    Porque meu caro Sérgio, a pergunta que toda a gente se coloca é:
    o que é a democracia directa?
    Vamos fazer RGT’s (reunião geral de trabalhadores) na praça da figueira para determinarmos o preço do carapau na lota de Peniche ou quanto deverá ganhar o presidente da administração do banco de Portugal?
    Elucide-me por favor.
    Um enganado desesperado mas ainda assim motivado para encontrar soluções credíveis.
    Saudações amigáveis.

    P.S: e em matéria de relações internacionais, quem são os amigos? Será que existem ou tudo passa por interesses comerciais?

    23:57
    Caro Miguel Campos, não somos um movimento anarquista, apenas o povo, onde existe gente que pensa à direita e à esquerda, pessoas com visões diferentes e olhares distintos, no entanto com um objectivo comum, derrubar esta democracia partidária e conquistar o direito de votar fora das estruturas partidárias, pois as ideologias não são dissociáveis do homem, no entanto, não estamos ligados a qualquer ideologia prisioneira de organizações, movimentos ou partidos.
    Quanto às soluções para a gestão pública:
    Podem existir muitos modelos de democracia directa, somos homens e mulheres, somos capazes de criar um modelo, parece-me cedo falar deles antes de derrubar este regime, mas, considerando as sua perguntas pertinentes vou apenas explanar ideias base.

    Temos 11 regiões administrativas mais duas autónomas, imagine que cada região elegia 15 deputados e que esses quinze mais todos os outros nomeariam um governo, um executivo “poder executivo”.
    Por exemplo, em trás os montes candidatavam-se 30 transmontanos a deputado, uns seriam apoiados pelos movimentos pró vida, ligados à igreja católica, outros pela UMAR, outros por movimentos ambientalistas, associações de municípios, moradores, defesa dos direitos dos animais, legalização de drogas leves, etc.
    Os 15 primeiros seriam eleitos, assim fazíamos a regionalização sem dividir o país, o povo estava realmente representado e a AR conduziria os destinos do país enquanto órgão legislativo e o governo que dali saísse conduziria os diversos ministérios e cumpriria um programa previamente elaborado pelas associações de municípios.
    Como reparou cada região tinha o mesmo peso politico, (possibilitando corrigir assim as assimetrias) executivo e legislativo independentemente do número de eleitores, no entanto em todas as questões fracturastes a nível nacional ou regional teria de haver referendo nacional ou regional valendo cada eleitor um voto aproximando assim as decisões da vontade popular.
    Como deve compreender estas são questões a serem trabalhadas por uma Assembleia constituinte e outros modelos existirão, mas parece-me que ficou aqui uma ideia base.

    Numa democracia directa o poder dos partidos pode ser residual e nunca preponderante como acontece hoje.
    Quanto aos sindicatos, não serão proibidos, nem os partidos, continuaremos a ser uma democracia, sucede no entanto, que os mesmos ganham credibilidade no entanto perdem a força de pressionar um executivo, uma vez que todos participaram directamente na eleição dos deputados, do poder legislativo que entretanto vai vigiar, coordenar e orientar o governo que nomearam de forma a cumprir com o programa eleitoral previamente elaborado pelos municípios, sendo que estes últimos terão uma organização e serão eleitos de forma igualmente directa.
    Ou seja, um conjunto de cidadão candidatam-se ao município, serão votados pelos munícipes nominalmente, sendo que estes comporão a Assembleia municipal que ira nomear equipa executiva e cumprirá com o programa estabelecido ou previamente aprovado pelas freguesias…..

    Numa democracia directa:
    O crime de corrupção, tráfico de influencias, gestão danoso, favorecimento e outros crimes praticados no exército de funções públicas, terão de ser crimes constitucionais e imprescritíveis à semelhança dos crimes contra a humanidade.

    Em matéria de relações internacionais serão as que mais interessar aos portugueses, no entanto parece-me que não andarão muito longe daquelas que hoje temos, mais justa com certeza, não vejo o povo a romper a história, os brandos costumes e muito menos desconhecedor das vantagens humanistas do mundo ocidental.

    Como disse, esta é uma mera opinião, pois existem muitos modelas de democracia directa, uns mais esquerdistas, outros mais liberais e outros de direita, o necessário é criar um modelo que realmente represente o povo, que directamente participe activamente nas decisões através da relação de proximidade com os eleitos e o poder.

    AINDA SOBRE A DEMOCRACIA DIRECTA.

    TU CONFIAVAS A RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA A QUEM COPIA AS SOLUÇÕES?

    Os movimentos de democracia directa florescem como cogumelos, é uma bênção trazer a debate e a esclarecimento uma nova visão política que nos trará com certeza uma nova era de solidariedade, fraternidade e igualdade.
    No entanto entristece-me que a sua larga maioria apresente soluções de outras paragens, modelos importados, alguns deles muito deficitários, que não sejam capazes de inovar, de compreender que somos homens, somos mulheres e por isso capazes de construir o nosso modelo.
    Que somos um povo… Sempre que fizemos algo com as nossas ferramentas fizemos grandioso, abrimos as portas ao mundo pelos descobrimentos, vencemos guerras e batalhas e definimos as primeiras fronteiras do mundo, fizemos a revolução dos cravos, um exemplo seguido por muitos e não importamos ou copiamos de ninguém ou lado nenhum.

    Unam-se no derrube desta democracia partidária e depois não faltará arte e engenho para fazermos o nosso modelo e tomarmos a dianteira a muitos, para que copiar um modelo que só funciona porque têm o sistema bancário mais avançado do mundo?
    Porquê copiarmos um modelo que assenta a sua economia na exploração de gás e petróleo?Porquê copiar um modelo que já está gasto, velho, caduco, ultrapassado, não foi isso que fizemos em 1974 ao criamos uma democracia partidária à semelhança do mundo ocidental, França, Alemanha, Itália, etc.

    DEMOCRACIA DIRECTA SIM, MAS A NOSSA.

    TU CONFIAVAS A RESOLUÇÃO DE UM PROBLEMA A QUEM COPIA AS SOLUÇÕES?
    Vamos inovar, juntem-se a nós.

    Espero ter sido esclarecedor.
    saudações.

    BASTA.
    Não desperdices a oportunidade de fazermos a revolução pacificamente e enquanto a Constituição da Republica o permite.
    ADERE À NOSSA LUTA, NÃO PAGAS QUOTA NEM ELEGES CORRUPTOS. no dia das legislativas faremos a maior manifestação apartidária de sempre, exigiremos o fim deste sistema, somos a maioria.

    http://www.facebook.com/groups/queselixevotar

Deixe uma Resposta

Please log in using one of these methods to post your comment:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: