AAC: convulsões – Parte I

Esta DG AAC endoideceu de vez! Só pode. O seu presidente, Eduardo Melo (que nos pareceu um candidato sensato), mal tomou posse quis despedir o Secretario Geral da Queima das Fitas, João Alexandre. Até hoje sem qualquer explicação pública de tal decisão. Recuou dias depois.
Agora o escorraçado foi Administrador João Alves, o “Chaves”. A luta desenfreada pelo poder (já se estudam candidatos para Dezembro, em vez de fazerem o trabalho que têm a fazer, que é muito, andam com joguetes da treta) e a organização da próxima Latada são os principais motivos desta decisão de Eduardo Melo.
Esperamos que os argumentos que Eduardo Melo utilize justifique esta insensatez. Sabemos de alguns argumentos, são tão estúpidos quanto perigosos, na medida que beliscam a liberdade de cada um no papel que desempenham na instituição que trabalham e na sua vida civil. Para nós só tem lógica despedir um Administrador se houver algo contabilístico que prejudique a AAC, não é o caso. Mas, para não tirarmos ilações precipitadas, aguardamos que Eduardo Melo torne pública a decisão de “limpar” um colega da Direcção Geral.
As palavras de Miguel Portugal, anterior Presidente da DG AAC, são as melhores que encontro para o trabalho de João Alves: “Ao Chaves por ser sério, audaz e também forreta, impondo o controlo das nossas contas”.
Tive oportunidade de trabalhar com o “Chaves” 2 anos, além de forreta tornou-se um Amigo. E um Amigo mesmo, para mim, é o irmão que não tenho. (Só tenho irmãs, topam?).


