Desolação

Está bem que é fim-de-semana, está bem que são (quase) férias para muitos mas o Edifício da AAC apagado? Do  Piso 1 para cima só CEC tem gente – a preparar os próximos Caminhos, a acontecer em Novembro. Tudo apagadão, portanto.

Nunca se viu a AAC tão pouco funcional. O ambiente não é para menos. Uns andam em Festivais, outros curtem o guito gamado e outros ainda preferem desaparecer. Pois, pois…

A culpa é dos blogues…

Muitos preferem ter atitudes de direita (e da esquerda) ordinária: enaltecer e vangloriar os êxitos e esconder o lixo debaixo da passadeira vermelha. Pensam, e comentam, que não deviam sair para fora da AAC os seus podres e assuntos quentes. Dizem até que quem o faz prejudica a AAC. Ora, não penso assim.

Quem prejudica a AAC é quem a rouba, quem não a respeita e quem quer encobrir (pactuando) o que deve ser de foro público. A Associação Académica de Coimbra é uma instituição secular e tem um peso muito grande na cidade. Falam muito, e promovem muito, a “saída da Academia para a Sociedade Civil”, certo? Mas, é só o bonito?

Denunciei e tornei público este roubo com a consciência de que não se deve ser cúmplice de tais actos e episódios que, eles sim, prejudicam a AAC.  Já no inicio da Queima roubaram € 1 200 de uma sala de trabalho da organização, foi abafado o caso (em prol da imagem da AAC e da Queima das Fitas). Agora era de novo abafado, e daí vinha mais e mais roubos porque tudo era para esconder – para que a imagem da AAC não ficasse manchada. Fuck Off!!! Não me apanham nesses filmes. Mais, não sou delator, nem bufo, nem revelo as minhas fontes (por mais pressões que exerçam) num assunto que é de interesse público. Trata-se de um crime, de um roubo e ainda mais feito dentro da tesouraria da instituição. Se só um grupo muito restrito de pessoas sabiam, e a informação me foi dada, é porque quem me informou sabe que prezo o valor da palavra LEALDADE.

Sobre a Direcção Geral & Companhia

Confesso que não tenho nada contra Eduardo Melo e a sua equipa (até os apoiei publicamente), no entanto não serei 100% honesto comigo se não confessar que assisti ao pior 1/2 mandato da última década da AAC. Isto que sirva de estimulo e desafio, não o contrario. Entristece-me ver o trabalho iniciado por André Oliveira, continuado por Jorge Serrote e Miguel Portugal, estar a ser tão desrespeitado e devastado.

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This entry was posted by Paulo Abrantes.

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