AAC precisa levantar-se: Ricardo Morgado é o novo Presidente.

Para memória fica a informação que também podia ser João Pereira, anterior Administrador. Pereira trocou a Presidência da DG AAC pelo apoio que tem de prestar à saúde de um familiar. Escolha correcta, o seu contributo à casa está dado exemplarmente.

Não queremos fazer aqui um balanço da anterior DG. Até porque toda a equipa foi prejudicada pelo pior mandato de Presidente da DG AAC de todos os tempos, seguramente.

Eduardo Melo errou inúmeras vezes. Mal fazemos todos nós. Humildemente devemos reconhecer que o erro tem uma utilidade. Mas Eduardo Melo não mostrou nunca um pingo de humildade, nem na sua despedida. E isto soou a uma hipocrisia maior que a sala que acolheu a cerimónia de tomada de posse dos novos gerentes da AAC.

Num discurso longo e amorfo o ex-presidente babou a lágrima de crocodilo na inumeração de extensas actividades produzidas durante o ano, algumas, diga-se, foram criadas em anos anteriores.

O grande erro não é errar,  é não ter a humildade de reconhecer que o erro é útil. Durante um ano Eduardo Melo não conseguiu, no discurso final não conseguiu, talvez leve esta lição para a vida.

O certo é que a AAC vai passar um ano muito difícil, não só financeiro como de orgânica interna.

Logo a começar vai levar com um problemão: a LUZ. A Reitoria deixou de pagar a luz do Edifício, que é pertenço à Reitoria, e a EDP constatou o perigo de tanto chanato eléctrico que ilumina o imóvel. Os custos são elevadíssimos e não há espaço financeiro para cobranças suplementares. Nomeadamente os ataques externos abusivos; a Reitoria que pretende um dinheirão das Secções Desportivas pela utilização do Estádio Universitário, a Fundação da Universidade que pretende oferecer “meia -dúzia” de vezes o TAGV às inúmeras actividades das Secções Culturais (se ultrapassar essa “meia-duzia”  é cobrada a taxa de utilização de € 2 000) e a CMC que quer cobrar o Parque da Canção para a organização da Queima e Latada a um preço que esbarra a chulice pura. Tudo bem que a AAC pague taxas de utilização justas com as condições oferecidas, mas as justas. E não estarem a realizar lucro com a Academia.

Estes ataques de proxenetismo institucional está a gerar uma união no seio da AAC que vai dar os seus frutos, os estudantes de Coimbra saberão dar uma lição exemplar. Aguardem…

Além das lutas sobre o Ensino Superior, que poderão ficar mais calmas depois do Reitor garantir que este ano não há subida nas propinas, o grande desafio de Ricardo Morgado e sua equipa é tratar da segurança do Edifício e proporcionar melhores condições de trabalho a todos.

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This entry was posted by Paulo Abrantes.

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