No fundo, sabemos que o outro lado de todo o medo é a liberdade.*

E é por essa liberdade que não presto vassalagem e não me intimido com pressões ou olhares ameaçadores. A qualquer movimento estranho…

“Mais na rua não é não!
Até Jack! tem quem passe um pano
Impostor, pé de black, passa por malandro
A inveja existe, e a cada 10, 5 é na maldade
A mãe dos pecado capital é a vaidade,
Mas se é pra resolver, se envolver, vai meu nome, eu vô
Fazer o que se cadeia é pra homem?
Malandrão eu? não, ninguém é bobo
Se quer guerra terá, se quer paz, quero em dobro
Mas, verme é verme, é o que é
Rastejando no chão,sempre embaixo do pé
E fala uma, duas vez, se marcá até três
Na quarta, xeque-mate que nem no xadrez
Eu sou guerreiro do rap,sempre em alta voltagem
Um por um, deus por nós, tô aqui de passagem
Vida loka, eu não tenho dom pra vítima
Justiça e liberdade, a causa é legítima
Meu rap faz o cântico, dos louco e dos romântico, vô
Por um sorriso de criança aonde eu for
Pros parceiros, tenho a oferecer minha presença
Talvez até confusa mas real e intensa
Meu melhor Marvin Gaye, sabadão na marginal
O que será será, é nóis vamo até o final”

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This entry was posted by Paulo Abrantes.

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