Onde estão os carris?

“Vale a pena lutar por aquilo em que se acredita” (Fernando Carvalho, ex-presidente da Câmara da Lousã) *** “Algum receio de que alguma coisa corra menos bem” (Fátima Ramos, presidente da Câmara de Miranda do Corvo) *** “Há que ter paciência. É a tempestade antes da bonança, que eu espero venha daqui a dois anos” (Álvaro Seco, ex-presidente da Metro Mondego). Estas imagens históricas, captadas pelo diário As Beiras, em Serpins, em dezembro de 2009, valem oiro, como amparo da memória. Passaram 18 anos desde o decreto com que o ministro Ferreira do Amaral criou a Metro Mondego, em 1994. Quinze anos depois, em poucos meses, pelo menos 30 quilómetros de carris voaram, sabe-se lá para que estaleiro de sucatas. Degolaram, tragicamente, a centenária galinha dos ovos de oiro de Lousã e Miranda do Corvo. Chamava-se Ramal da Lousã! Nascida em 1906, tiraram-lhe o pio, de um só golpe, há dois anos e meio. (Texto retirado do facebook de Casimiro Simões).

This entry was posted by Paulo Abrantes.

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