A montanha pariu uma urna

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O Tribunal Cível de Coimbra decidiu pela improcedência da providência cautelar requerida pela Lista A na sequência da contestação dos resultados apurados na 2ª volta das últimas eleições para os corpos gerentes da AAC, em dezembro passado.

Efeitos praticos: os novos corpos gerentes, vencedores da “tal eleição”, poderão tomar posse.

No entanto pode-se ler na comunicação de Samuel Vilela, e da Lista A: “Decidida a providência cautelar, cabe-nos agora prosseguir com a ação principal, que poderá ser demorada.

Samuel Vilela perdeu a batalha mas ainda não perdeu a guerra.

Em tribunal ficaram por provar alguns factos. Mas, há um facto que nos parece óbvio e relevante: as últimas eleições na Academia de Coimbra foram um desastre e nunca mais se podem repetir da mesma forma – pela idoneidade da instituição.

Fica o recado/sugestão da juíza: “A conclusão que se impõe é que o modo incipiente, quase doméstico, como decorre todo o ato eleitoral desta associação” é “consonante com a natureza refratária do respetivo regulamento”, afirmou a magistrada, sublinhando que caso a AAC queira “atingir um outro patamar de rigor” tem de alterar o regulamento eleitoral.”

Aos que vão tomar posse, bom trabalho. Há muito que fazer.

This entry was posted by Paulo Abrantes.

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