A terra do tudo ou nada

Festas-Coimbra

Ontem, de 3 para 4 Julho, Coimbra viveu aquilo que chamamos babugem cultural. Tudo acontecer ao mesmo tempo e sem o mínimo de coordenação. Estilo coimbrinha, cada um puxa para o seu lado – tipo rasganço.

Era Feira Popular, era Video Mapping, era concertos no Jardim da Sereia, era cenas na Baixa, na Conchada, tudo mal organizado e, paradoxalmente, muita qualidade em tudo que estava acontecer (ao mesmo tempo).

A confusão chegou aos limites do bom senso, da educação, da paciência, e obviamente milhares de pessoas ficaram frustadas com tudo isto. Ora, são os impostos destas mesmas pessoas que servem para que tudo aconteça. Por isso, é no público (que é contribuinte) que as organizações também devem pensar.

Em Espanha, todos os agentes culturais financiados com dinheiros púbicos reúnem com o Alcaide, e seu representante cultural para, entre todos, agenciarem atempadamente a apresentação das diversas actividades culturais e não haver colisão temporal entre elas. Tudo isto é feito a pensar no público, no contribuinte, que merece usufruir aquilo que também ajudou a pagar.

Aqui, é o que se vê, nada é estruturado em conjunto para acolher o que de melhor têm para apresentar. Agora há tudo, não tarda (em Agosto) não haverá nada. Nem para os turistas nem para os que passam o Agosto em Coimbra.

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This entry was posted by Paulo Abrantes.

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